segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A Piada Mais Antiga do Brasil

Recebi por e-mail de Jânio do Made In Blog 
e estou compartilhando com vocês.

Atenção!

Antes de iniciar essa piada, gostaria de alertá-los para o conteúdo adulto e escatológico. A piada não é tão boa assim, vale apenas para efeito histórico, por ser considerada a piada mais antiga do mundo.

Essa piada me foi contada pelo meu avô, que por sua vez disse ter ouvido de sua avó, portanto, deverei eu contar também para meu neto, seguindo a tradição.

Essa piada se passa na época em que o Brasil foi descoberto, portanto, acredito que deva ter cerca de quinhentos anos. Como podem notar é uma piada muito velha.

Logo após o Brasil ser descoberto, começou a corrupção, a mesma que vemos até os dias de hoje, e olha que naquele tempo dava pena de morte.

O rei de Portugal, indignado com os boatos de que estaria sendo roubado pelos assentados portugueses, enviados ao Brasil, enviou um homem de confiança, considerado o mais antigo nobre de toda a nobreza portuguesa.

Disse-lhe o rei: "A missão designada a ti é da mais alta importância, de ti depende os rumos que deverei tomar em relação a administração do Brasil, portanto, teu relatório deverá ser minuncioso, deves anotar tudo."

Seu enviado embarcou no navio. Dizem as más linguas que, de tão fino e educado, o homem era até afeminado, não que isso seja defeito, mas os rústicos colonos não estavam acostumados com tanto requinte.

Logo chegando ao Brasil, exigiu a melhor hospedagem - Não importa o preço - adiantou o nobre hóspede.

Ficou no Brasil apenas um dia, foi suficiente para que fizesse o relatório, o que despertou desconfiança em todos que com ele tiveram contato.

O funcionário do hotel estranhou quando o homem lhe pediu para embalar a latrina, com suas fezes, em um pacote, como se fosse um pacote de presentes, de tão fino que era o Fidalgo. Pediu que o pacote estivesse pronto até a hora de seu embarque.

Lembrava muito bem da ordem dada pelo rei - Não deves deixar nada que seja teu, nem o pó de seu sapato. Não queremos vestígios de sua estadia por lá - assim fez o elegante cavalheiro.

No Dia do embarque, seguiu com toda a sua comitiva para o porto. Os soldados começaram a revista, o que era normal, numa época em que tanto ouro era extraviado do envio a Portugal.

Quando o soldado verificou o elegante embrulho de presente, seu faro profissional foi mais forte, literalmente falando - O que haveria naquele pacote tão fino - pensou o comandante.

Não era muito comum pacotes assim serem enviados para Portugal, pacotes dessa natureza vinham de Portugal para o Brasil, nunca o contrário.

Nesse momento, o Comandante olhou fixamente o nobre, com um olhar capaz de congelar até o o mais corajoso dos soldados, mas o nobre nem se tocou, continuou impassível.

Foi então que o comandante perdeu a paciência e disse para o nobre, em tom de desafio - Muito bonito, héim? - o nobre, com seu jeito afeminado e elegante respondeu - Como? não compreendo o que o senhor está falando - respondeu, elegantemente, colocando levemente sua mão esqueda junto ao peito, enquanto a direita ficava sobre a barriga.

O comandante entendeu como um desafio, o comportamento calmo daquele homem. Chamou seu imediato e pediu-lhe que providenciasse imediatamente uma balança. Depois de olhar e examinar o pacote durante algum tempo, pediu que seu imediato colocasse o pacote sobre a balança.

Quando isso foi feito, o comandante sorriu com um ar vitorioso, como se, finalmente, tivesse conseguido alcançar o seu objetivo.

Disse em tom sério - Prenda esse homem imediatamente - sendo obedecido pelo seu imediato.

O fino homem se desesperou, retirou um lenço, colocou sobre a face e começou a chorar como uma criança. Balbuceava - O que eu fiz, Senhor comandante, nunca me aconteceu uma situação dessas por toda a Europa, deve estar havendo um engano.

O comandande respondeu - Está na cara que tem alguma sujeira nesse pacote, ele só pesa 900 gramas, se pesasse 1 Kg, como é mais comum no comércio, local, tudo bem, mas 900 gramas é inadmissível.

O Senhor tem direito a escrever uma carta - disse o comandante.

O homem escreveu, ainda trêmulo - Majestade, é com muita tristeza que lhe escrevo para dizer que o senhor tinha toda a razão, o Brasil é um pais desgovernado, entregue ao caos e intransigente; imagine Vossa Majestade que até para se fazer cocô, aqui no Brasil, é preciso se completar um Kg, se não der um Kg, eles nos batem e nos mandam prender.

Completou - lamento muito mais estou preso.

By Jânio



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