segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Aniversário de Casamento...


“Ainda que eu tivesse o dom da profecia 
e conhecesse todos os mistérios e ciência, 
e ainda que tivesse toda fé de maneira tal 
que transportassem os montes 
e não tivesse amor eu nada seria”.
Agradeço a Deus o privilégio de neste lindo dia, 25 de fevereiro de 2013 amanhecer celebrando Aniversário de Casamento.

Como é bom viver e, melhor ainda viver e fazer parte da vida de alguém. Alguém que se importa e compreende alguém com quem você pode contar sempre, que te faz companhia e divide com você todos os momentos...

Meu amor, vivemos vários momentos em nossa vida juntos, e todos contribuíram para o nosso crescimento. Momentos bons, alegres, felizes, outros não tão bons, não tão alegres, mas continuamos juntos enfrentando-os, curtindo-os...

35 anos de casados...

Qual será o segredo dos casamentos duradouros? 

Encontrei esse artigo e estou postando hoje porque achei interessante.

“Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão

Em verdade, cada um tem sua fórmula especial. 

Recentemente lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes. 

Ele afirma que um bom casamento deve ser criado. 

No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas. 

É jamais ser muito velho para darem-se as mãos, diz ele. 
É lembrar-se de dizer "te amo", pelo menos uma vez ao dia. 
É nunca ir dormir zangado. 
É ter valores e objetivos comuns. 
É estar unidos ao enfrentar o mundo. 
É formar um círculo de amor que uma toda a família. 
É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer. 
É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo. 
É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito.
E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. 
Ser natural e saber agir com tato. 
É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante. 
É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro. 
Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido. 
É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos. 
É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia. 
É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro.  Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois. 
É ser o apoio diante dos demais. 
É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal. 
É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro. 
Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente, detalhes pequenos, mas importantes. 
É saber dar atenção para a família do outro, pois, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade. 
É cultivar o desejo constante de superação. 
É responder dignamente e de forma justa por todos os atos. 
É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro. 
O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio, vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita. 

O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar, mas amplia-se, uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes, manias e costumes de um e de outro. 

O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade, da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida”. 

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros: Um presente especial.











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