quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

10 de Fevereiro-Dia do Atleta Profissional


Deve-se ao barão de Coubertin a reintrodução das Olimpíadas na era moderna, iniciativa que se revelou importante para tornar o esporte um fator de integração entre as pessoas e as nações.

A atividade física, quando bem planejada e aplicada corretamente, repercute no desenvolvimento da criança, seja no aspecto físico, seja no psicológico ou social. É importante observar que a prática esportiva, por mais saudável que seja, deve ser adotada com moderação, respeitando-se a faixa etária, as preferências e as limitações de cada ser humano.

Antes dos 5 anos de idade, a criança não deve praticar apenas uma modalidade esportiva, mas todas, sem esforço. Assim, por volta dos 12 anos, poderá optar pelo esporte que lhe aprouver. Exigir um bom desempenho antes dessa idade desestimula o atleta mirim, pois sua estrutura emocional ainda não está preparada para lidar com sentimentos de derrota. A partir daí, o futuro do atleta será a soma de trabalho físico, alimentar e, sobretudo, psicológico.

As descobertas científicas têm contribuído para melhorar o desempenho dos atletas, mas é a força mental que faz a diferença, visto que um bloqueio mental pode levar o melhor atleta à imobilidade física. Cientificamente, não há comprovação de que o uso intenso da força mental provoque alguma descarga de substância química capaz de interferir na atuação do atleta. Na verdade, o encorajamento, e o aumento de sua determinação trazem benefício, eliminando seu receio de não conseguir ter êxito. Portanto, é preciso haver equilíbrio entre o corpo e a mente.

Hoje, a luta pelas melhores marcas passou a ser dividida entre o atleta e a ciência. O objetivo do atleta é quebrar de um recordes; o dos cientistas especializados é estudar a evolução biológica da raça humana, descobrir novas substâncias químicas que dêem mais vigor ao corpo humano e adequar piscinas, quadras e pistas ao esporte, para melhorar o desempenho dos atletas.

Apesar de esbarrar em questões éticas, a formação de um superatleta já é aceita entre os principais cientistas do esporte. Desse modo, as competições tornaram-se desleais entre os países ricos e os países pobres, pois a disputa entre atletas está cada vez mais reforçada pelos laboratórios. Assim, o país que investe mais tem a possibilidade de ver seus atletas conquistarem mais medalhas.

Fonte: Quiosque Azul

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