sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Agradecimento a Deus!!!


 Hoje é um dia pra comemorar!!! 
Para Agradecer Muito!!
Comemorar um novo nascimento aos 57 anos.
Agradecer a Deus por tanta graça, 
e a chance de uma nova vida!
Mano, meu marido sofreu hoje, dia 5 de novembro de 2010 um acidente grave de carro e renasceu. Saiu inteiro, sem ferimentos. Foi um Milagre!
Para alguém sobreviver a um acidente tão feio só mesmo o Senhor o cobrindo com o seu manto sagrado. Agora, passado o susto consigo enxergar a dimensão do ocorrido e o tamanho do Poder de Deus e só tenho a agradecer.
Firmo a minha fé e refoço o entendimento de que Deus, somente Deus tem o controle total de Nossas Vidas e Ele só Ele pode determinar  o momento certo de retornarmos para o Nosso Lar. 
Graças vos damos Senhor por tua infinita Glória!!

"Deus, agradecemos por mais este dia de vida, por este momento único, quando podemos respirar, pensar e sentir. Pelos sentidos e intuição perceber os Seus sinais, presentes em tudo que existe.

Agradecemos Deus por esta chance de vida deste instante momentâneo em que temos para perdoar entendendo que todos nós cometemos erros e, por isso, somos todos carentes de perdão.

Agradecemos por este presente de vida, milésimos de segundos que correm em direção pretérita, oportunidade impar para buscar inspiração em Jesus, que, estando na Terra, deu-nos de presente o Seu exemplo, ensinando como é a prática do amor incondicional.

Agradecemos por este novo pulsar de vida, no ritmo do coração quando podemos e devemos vivenciar o poder do pensamento e do sentimento positivos, formando entrelaçamentos mentais e emocionais com os nossos semelhantes, corrente em prol do amor, da alegria e da saúde.

Agradecemos por este aqui e agora tempo efêmero, mas é nele que podemos entender a presença divina em todas as pessoas e, também, inteiramente vivo dentro de cada um.
Encontrar essa divindade em nosso íntimo é preciso para expandirmos em brilho, em sendo, com plenitude, imagem e semelhança de Deus, tal como fomos criados.

Agradecemos por este particular momento de vida em que podemos aprender mudando o nosso interior para o amor, ainda que na contramão de tantos desamores difundidos, ajudando, desse modo, na melhoria do coletivo e de todo o planeta, transformando-o em nosso paraíso, onde possa haver: paz, alimento, moradia, trabalho e saúde para todos.

Agradecemos por este dia de trabalho, por termos um trabalho a desempenhar. O melhor agradecimento pela dádiva laboral é desempenhar nosso trabalho com integridade, com qualidade, inteiramente centrados nos instantes de sua realização.

Agradecemos por este mágico dia, por este individualizado instante, quando podemos falar sobre Ti e Contigo, praticar o toque humano, agradecer, renascer em vida para a vida.

Deus, agradecemos por este instante preenchido completamente por Sua presença de amor."

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Poesia de Moacir Sader
http://www.moacirsader.com
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Dia Nacional da Cultura


A cultura brasileira é tão diversa que não se pode falar dela em apenas um dia. Apesar disso, hoje foi escolhido para festejarmos as manifestações culturais de norte a sul e de leste a oeste.

O Brasil, como todos já sabem, é um país de formação multi-racial e por isso carrega um pouco do costume de cada povo que aqui veio morar. Dos negros, herdamos o candomblé, a capoeira, parte do nosso vocabulário e muito do nosso folclore. 

Dos índios, herdamos o artesanato, a pintura, comidas exóticas como o peixe na folha da bananeira e a rede. Do português, ficamos com o costume católico, a língua, as roupas.

Essa mistura toda não se deu de maneira pacífica, mas sim por meio da dominação cultural e da escravização de índios e negros. No entanto, características culturais de ambas etnias sobreviveram ao tempo e hoje compõe uma enorme riqueza cultural. 

Alguns estudiosos, como o escritor Sérgio Buarque de Holanda, acreditam que o fato de outras culturas permearem a cultura brasileira nos tornou “desterrados em nossa própria terra”. O movimento modernista da década de 20 mostrou a idéia de intelectuais que sentiam falta de um caráter estritamente nacional e que importava modelos sócio-culturais. O escritor Mário de Andrade construiu o personagem “Macunaíma” para retratar isso.

Independente da existência ou não de uma identidade nacional, o fato é que temos muito que comemorar hoje. Os costumes do povo brasileiro, seu folclore, suas comidas e suas músicas são neste sentido, grandes representantes das peculiaridades da cultura do país.

Folclore

O folclore brasileiro é recheado de lendas e mitos como o Saci-pererê, um menino de uma perna só que mora na floresta, usa um gorro vermelho e fuma cachimbo. Uma de suas travessuras mais comuns é emaranhar a crina dos cavalos de viajantes que acampam na floresta. Seu nome vem do tupi-guarani. Outras lendas como a da Mula-sem-cabeça, do Curupira, Iara Mãe D’Água, Boi Tatá, o Negrinho do Pastoreio e do Boto cor de rosa também são bastante conhecidas.
  
Música

A música estava presente no cotidiano do índio e do negro, relacionada tanto ao simples prazer quanto a rituais religiosos. As cantigas de roda infantis e as danças de quadrilhas são de origem francesa. Pela influência de vários povos e com a vinda de instrumentos estrangeiros (atabaques, violas, violão, reco-reco, cuíca e cavaquinho), inventamos o samba, o maracatu, o maxixe e o frevo.
Inventamos também o axé, a moda de viola, que é a música do homem do interior, e o chorinho. Alguns movimentos musicais, como a Bossa Nova e a Tropicália, também foram importantes na formação musical brasileira.

Comida
 
Assim como em outras instâncias da nossa cultura, o índio, o negro e o branco fizeram essa miscelânea que é nossa tradição culinária. Aprendemos a fazer a farinha de mandioca com os índios e dela fazemos a tapioca, o beiju e também o mingau. A feijoada é fruto da adaptação do negro às condições adversas da escravidão, pois era feita com a sobra das carnes. O azeite de dendê também é uma grande contribuição africana à nossa culinária, pois com ele fazemos o acarajé e o abará. 
Os portugueses nos ensinaram técnicas de agricultura e de criação de animais. Deles, herdamos o costume de ingerir carne de boi e porco, além de aprendermos a fabricar doces, conservas, queijos, defumados e bebidas.

Fonte: UFGNet
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O Amor Aumenta e Potencializa a sua Luz


Você tem luz própria! A sua luz própria! Uma luz intensa, poderosa, exclusiva! E que está a seu inteiro dispor. Sempre!

Você é uma estrela brilhante que nunca se apaga. Uma luz que brilha mesmo quando tudo se escurece. Você sempre será uma luz que merece ser totalmente descoberta. Um farol... Fique feliz por ter essa luz!
Volte-se mais para dentro de si e examine os seus desejos mais profundos. Examine seus valores, suas metas, seus sonhos. Jamais esqueça que você está conectado com o Criador e por isso mesmo, deve manter a confiança, o equilíbrio, o amor....


Pode reparar como que essa sua Luz interior funciona dentro de você! Repare como todas as partes de sua vida assumem um significado correto quando se dispõe a considerar o seu brilho. Permaneça atento e com o coração aberto para o amor, tá? O amor aumenta, intensifica e potencializa a sua luz!

Deixe a sua luz brilhar, pô! Resgate a sua conexão com Deus. Resgate o ser criativo e bom que sempre foi, é e sempre será. Faça reaparecer seus talentos e procure ser uma pessoa de valor, alegre, otimista, corajosa.... Viva intensamente todos os seus momentos, ok?

Bom Dia! Bom Divertimento! Boa Semana! E que esta semana seja de luz e de alegria.

"O que você é: Luz, sombra ou escuridão?"

Autoria: Luis Carlos Mazzini
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Limites: lidando com a insegurança dos pais


Os seres humanos são produto de uma série de fatores que conjuntamente moldam a personalidade: herança genética, fatores psicológicos, grau de desenvolvimento cognitivo, interações familiares e o contexto sócio-cultural. Desta forma, a personalidade é um conjunto de características psicológicas estáveis ao longo do tempo e vai depender de como interagem as características inatas de uma criança com os estímulos que recebe do meio.

O modelo cognitivo-comportamental pressupõe que, para cada situação, teremos interpretações automáticas do que está ocorrendo, que vão provocar sentimentos e comportamentos. 

Esta nossa forma de interpretar os fatos vai depender em grande parte das coisas em que acreditamos, nosso sistema de crenças sobre nós mesmos, o mundo e as pessoas. Tais crenças são formadas a partir do que aprendemos ao longo de nossa vida.

Os indivíduos com um sistema de crenças mais saudável normalmente acreditam que: (a) o mundo é um ambiente seguro; (b) são capazes de lidar com as demandas do ambiente; (c) são pessoas ok; (d) são dignos de serem amados e (e) as pessoas são confiáveis. 

Para que isso ocorra, segundo Young (2003), é necessário que algumas necessidades básicas das crianças tenham sido supridas de forma adequada por seus cuidadores.

NECESSIDADES BÁSICAS DAS CRIANÇAS

1. SE SENTIR CONECTADO, ACEITO E AMADO

1. TER AUTONOMIA E CAPACIDADE DE DESEMPENHO

1. CONHECER OS LIMITES E O MODO DE FUNCIONAMENTO DO MUNDO

1. TER ATENÇÃO ÀS SUAS NECESSIDADES E EMOÇÕES

1. TER ESPONTANIEDADE E PRAZER

Assim, é importante que os pais equilibrem doses de afeto e limites para que as crianças cresçam e se tornem adultos saudáveis. 

Uma criança que recebe pouco amor e muito limite tende a se sentir pouco aceita e outra que recebe muito amor e poucos limites terá problemas para entender o funcionamento do mundo e se adequar a ele para o resto da vida.

Nesse sentido, o principal objetivo deste texto é abordar a insegurança dos pais sobre a importância de dar limites, mostrando o quanto esta é uma necessidade fundamental das crianças que precisa ser suprida pelos pais. 

Ao apresentar limites, os pais estão ensinando seu filho como o mundo funciona. E quanto mais o funcionamento de algo nos é familiar, mais confortável vamos nos sentir.

Entretanto, estabelecer limites não é fácil e algumas questões precisam ser observadas. A primeira delas se refere à diferença entre a melhor FORMA de colocar limites, em oposição ao CONTEÚDO das regras apresentados. 

É importante que os pais percebam que cada família tem o direito e o dever de decidir que valores transmitir a seus filhos e que, independentemente de quais serão estes valores, a forma de apresentá-los é o mais importante.

Não podemos esquecer que as crianças têm um cérebro ainda em processo de amadurecimento. Portanto, não podemos perder de vista que as informações que estamos tentando passar estarão sendo processadas por um cérebro muito diferente do nosso.

O aparato cognitivo das crianças precisa, inicialmente lidar com situações que permanecem constantes, antes de conseguir flexibilizar as regras. Dessa forma, é imprescindível que o mundo das crianças seja razoavelmente constante e consistente para que elas aprendam seu funcionamento. Mãe, pai, avós, escola e cuidadores devem ter um discurso alinhado tanto em termos de forma quanto de conteúdo. 

Se a mãe acha certo, o pai e a escola também acham certo. Se não pode na escola, também não pode em casa nem na casa dos avós. Quando uma criança começa a prever que as regras que valem em casa também valerão em outros contextos, se sente mais segura e livre para experimentar as novas situações e aprender com elas. 

Na medida em que forem crescendo e chegando à adolescência, seu cérebro já estará apto a perceber que algumas regras podem variar de acordo com o contexto (“meus pais acham uma coisa, meu grupo de amigos acha outra”) e a lidar com isso.

Ainda considerando as etapas do desenvolvimento das crianças, é importante adequar a linguagem à faixa etária. Como até o final da infância ainda é difícil lidar com muitas informações ao mesmo tempo, precisamos dar ordens curtas e diretas (“Largue a faca”, ao invés de “Não pegue a faca”), seguidas de uma breve explicação (“Porque machuca”). 

Ao apresentarmos sempre o motivo pelo qual se pode ou não fazer alguma coisa, estamos ensinando nossos filhos a pensar logicamente, em termos de causas e conseqüências. 

Esta habilidade será muito importante para que, no futuro ele esteja apto e seguro para pensar e tomar suas próprias decisões. Um adulto que não sabe por que faz ou não faz determinadas coisas não terá capacidade ter autonomia para lidar com situações novas, cujas regras desconhece, e se sentirá inseguro ao tomar decisões.

Outra questão é que, se a atenção do meu filho ainda está em formação, é essencial que eu me certifique de que ele está prestando atenção enquanto eu falo e de que, em muitos momentos, será difícil para ele manter a concentração por muito tempo. 

Dessa maneira, antes de falar com seu filho e durante a conversa, certifique-se que ele está atento, abaixe-se até ficar da altura da criança, olhe para ele e fale de forma a captar a sua atenção. Se ele perder a concentração, gentilmente chame sua atenção novamente.

Além disso, crianças ainda não têm a capacidade de auto-regulação e supervisão formadas. Por isso, precisamos supervisionar nossos filhos e ensiná-los a verificar se estão fazendo as coisas direito. É como se estivéssemos emprestando nosso cérebro maduro para que nossos filhos possam começar a desenvolver certas capacidades.

Crianças também não necessariamente usam o planejamento para organizar seu comportamento. Assim, é pouco provável que seu filho tenha boas explicações para perguntas como “Por que você é tão bagunceiro”, “A que horas você vai fazer o dever de casa”, que devem, portanto, ser evitadas e substituídas por ordens claras: “Coloque seus brinquedos dentro da caixa” ou “É hora de fazer o dever de casa”.

Outra questão extremamente importante é colocar limites sem alterar o senso de aceitação e amor, que devem ser incondicionais. Considerando que nossos filhos possuem um cérebro que entende as coisas literalmente, é importante tomar cuidado com as palavras: “Você é mau, burro etc” serão entendidos como: ”Minha mãe sabe tudo e disse que eu sou um burro”. 

Então, a regra é ame seu filho e não o que ele faz: “Mamãe está triste porque você não fez o seu dever de casa” e não “Você me decepcionou” ou “Você me deixa triste”. Nesse sentido, também é importante evitar ameaças, principalmente as que sugerem perda de amor, abandono etc: “Se você não parar, eu vou te deixar aqui”. 

Ao fazer ameaças que não vamos cumprir, ensinamos aos nossos filhos que nem tudo o que dizemos é verdade e isso tem forte impacto na credibilidade dos limites apresentados.

Por último, cabe ressaltar que a insegurança surge a partir do conflito entre a necessidade de colocar limites e as crenças e visão de mundo dos pais sobre este assunto. Portanto, é importante pensar em quais são as minhas idéias sobre isso antes de colocar uma determinada técnica em prática. O que eu imagino que vá acontecer? 

Ainda, educar filhos é algo que deve ser feito muitas horas por dia, durante muitos anos e sempre da mesma forma. Assim, os pais precisam constantemente monitorar seus pensamentos e estados de humor para se manter educando e não reagir em nível pessoal, como se a criança fosse outro adulto. 

Dessa forma, se eu estou sentindo raiva do meu filho, ou magoada com ele, eu estou reagindo a ele e não o educando. Estou servindo para ele como um modelo de como não se deve fazer quando se está com raiva, não é mesmo? Nesse momento, talvez seja melhor pedir substituição e dar um tempo antes de voltar ao processo de educação. Pense nisso imediatamente antes de usar castigos corporais.

Em resumo, a idéia é de que limite é essencial à construção de um indivíduo saudável e que sua apresentação é função dos pais. Contudo, temos que ficar alertas à forma mais eficaz de fazer isso.

Aline Sardinha
Terapia cognitivo-comportamental
Neuropsicologia
Pesquisadora do laboratório de pânico e respiração do IPUB/UFRJ
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