domingo, 7 de abril de 2013

Dia Mundial da Saúde



O Dia Mundial da Saúde é comemorado no dia 7 de abril, com o objetivo das pessoas se conscientizarem sobre a importância da saúde nas suas vidas e no dia-a-dia, além de descobrirem formas de se cuidarem.

O bem estar das pessoas é essencial para viver feliz e tranquilo, por que ser uma pessoa saudável não apenas estar livre de doenças, mas sim, estar bem fisicamente, mentalmente, com o corpo e a mente em harmonia.

Devemos fazer nossa parte ao adotar hábitos saudáveis como uma alimentação balanceada, exercícios físicos regulares, aproveitar nossas horas de lazer, banir a automedicação, etc. Lembrando que a saúde pública (que também é essencial) é a responsabilidade dos governantes, e deve ser tratada com seriedade e responsabilidade, sabendo distribuir corretamente as verbas destinadas a hospitais, saneamento básico, tratamentos, remédios, colaboradores, etc. Cada um deve fazer sua parte de acordo com o seu papel na sociedade.

Então nesse dia 07 de abril, comemore o dia mundial da saúde com consciência e mantenha os hábitos saudáveis para todos os dias da sua vida, garantindo o seu bem estar e das pessoas que você convive.

PRATIQUE SAÚDE!
Viva BEM mais!!!


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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Como a influência dos amigos pode mudar o comportamento das crianças



Você pode ajudar seu filho a ser aceito pelas outras crianças sem que, para isso, tenha que negar os próprios valores.

A partir dos 8 anos, a criança torna-se mais independente dos pais e procura relações novas fora da família. Na companhia dos amigos, começa a perceber quem é e do que é capaz. Com o grupo, ela aprende a seguir regras, a manter segredos, a falar e a escutar, a negociar, a ser leal. Será preciso fazer concessões em vez de querer que as coisas aconteçam a seu modo. Nessa fase, ocorre uma aprendizagem social, que será de grande utilidade na vida adulta.

O grupo tem suas regras, sua maneira de vestir e de falar. Para ser admitido, é necessário ser e agir como os outros. É a pressão do grupo. Em função disso, seu filho poderá viver situações de conflito, em que os companheiros valorizam comportamentos contrários aos valores dele e de sua família. Como colaborar para resolver o problema?

Ser seletiva?

Mesmo que não goste do novo corte de cabelo de seu filho, da música que estão ouvindo, da gíria da moda, controle-se e não dê palpites. Se você começar a criar caso com qualquer coisa, ele logo deixará de ouvi-la. Mas, se ele for pressionado ou estiver pressionando outros a tomar atitudes perigosas ou anti-sociais, você deverá interferir. Assim, se o grupo decidir que só é legal quem bebe e fuma ou quem tem coragem de agir como vândalo, é hora de entrar em cena.

Uma hipótese: os amigos de Luís, um garoto de 10 anos, acham legal provar bebida alcoólica. Para conquistar pontos diante dos amigos, ele abre o bar de sua casa à turma. Os pais percebem que houve consumo extra de bebida e desconfiam de outros moradores da casa, como a empregada. Só então ele conta a verdade. Luís sentiu necessidade de exibir-se, fazendo alguma coisa que sabia ser proibida. Nessa idade, a criança deve ser responsabilizada por suas ações e essa atitude exige punição, como o corte de algum privilégio. Mas ele merece elogios por dizer a verdade.

Essa é uma boa oportunidade para seu filho aprender a equilibrar seus valores com os dos companheiros. Juntos, vocês podem criar estratégias que o ajudem a lidar com as pressões do grupo sem ter que negar os próprios princípios.

Se perceber que ele está pressionando os outros, tome também uma atitude. Caso escute-o falar ao telefone usando frases rudes ou cruéis, por exemplo, você deve interferir.

Ajude-o a ser aceito

· Deixe-o vestir-se igual, falar igual, brincar igual, receber a mesma mesada e outros privilégios da média das crianças com quem ele convive.

· Seja hospitaleira e amigável quando ele trouxer um amigo para casa.

· Convide aquele garoto do qual ele quer se aproximar (e não aquele de quem você gostaria que ele ficasse amigo) para ir com vocês ao teatro ou fazer um passeio.

· Se sentir que seu filho está tendo dificuldades em fazer amizades na escola, fale com a professora. Ela também pode ajudá-lo a se entrosar com o grupo.

http://mdemulher.abril.com.br

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terça-feira, 2 de abril de 2013

Dia Mundial do Autismo



A conceituação de Autismo evoluiu desde a denominação de “Síndrome de Kanner”, nos anos cinquenta, até a “Síndrome Autista”, nos anos noventa. Durante esse período foram levantadas diversas questões, porém nem todas foram definitivamente respondidas. Entre essas questões envolve a classificação do Autismo, que foi incluído entre as psicoses, não mais um tipo de Esquizofrenia, a partir dos anos setenta; e posteriormente foi excluído desse grupo para ser considerado parte do grupo dos Transtornos Invasivos ou Globais do Desenvolvimento, no final dos anos oitenta.

O conceito de Autismo segundo a Autism Society Of American – ASA (1978), “é uma incapacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social.

Não se conseguiu provar até agora qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças, que possa causar a doença.” A definição de Autismo, transtorno autista, oferecidos pelo DSM-IV, incluem-se no esquema apenas as características aceitas como universais e específicas do Autismo.

Raramente são únicas, podem ser manifestadas uma ampla gama de sintomas comportamentais, na qual se incluem hiperatividade ou extrema passividade, âmbitos atencionais muito breves, impulsividades, agressividade, condutas auto lesivas, e particularmente nas crianças, acessos de raiva. Pode haver respostas estranhas a estímulos sensoriais, por exemplo, aparente insensibilidade à dor, hipersensibilidades aos sons ou ao serem tocados, reações exageradas à luzes e odores, fascinação por certos estímulos. Risos e gargalhadas inadequadas. Gostam de girar objetos. Ausência de medo de perigos reais, e no extremo oposto, intenso temor motivado por estímulos que não são perigosos.

Não se aninha forma de brincar estranha e intermitente, crises de choro e extrema angústia por razões não discerníveis, resiste a mudanças de rotinas, habilidades motoras fina e grossa desniveladas, apego inadequado a objetos, ecolálico, age como se fosse surdo e resiste a métodos normais de ensino.

O Autismo é uma desordem neurológica, biológica e metabólica que afeta vários sistemas corpóreos que leva ao atraso no desenvolvimento global da pessoa, caracterizado por alterações significativas na comunicação, na interação social e padrões estereotipados restrito do comportamento, interesses e atividades. Essas alterações levam a dificuldades adaptativas e aparecem antes dos 3 anos de idade, podendo ser percebidas, em alguns casos, já nos primeiros meses de vida. Pode acontecer de uma forma leve, moderado ou severo.

Ocorre aproximadamente 1-500 crianças e observa-se uma prevalência do autismo no sexo masculino, havendo uma estimativa de que ele acomete de três a quatro meninos para cada menina. Os indivíduos do sexo feminino tendem a estar mais gravemente afetados em relação ao sexo masculino. Os padrões repetitivos e estereotipados de comportamento característicos do autismo incluem resistência a mudanças, insistência em determinadas rotinas, apego excessivo a objetos e fascínio com o movimento de peças (tais como rodas ou hélices). Embora algumas crianças pareçam brincar, elas se preocupam mais em alinhar ou manusear os brinquedos do que em usá-los para sua finalidade simbólica.

Estereotipias motoras e verbais, tais como se balançar, bater palmas repetitivamente, andar em círculos ou repetir determinadas palavras, frases ou canções são também manifestações frequentes em autistas. Na linguagem apresentam a inversão pronominal (substituição do uso da primeira pessoa do singular pela terceira), a rigidez de significados (dificuldade em associar diversos significados a um único significante) e o fato de que as alterações mais significativas dizem respeito às funções comunicativas da linguagem.

Existem alguns sinais importantes que devem ser observados que podem indicar a presença de traços autistas ou outros problemas, que podem ser percebidos no ambiente familiar, escolar e social, descritos a seguir:

• O relacionamento com outras pessoas pode não despertar seu interesse;

• Age como se não escutasse (exemplo: não responde ao chamado do próprio nome);

• O contato visual com outras pessoas é ausente ou pouco freqüente;

• A fala é usada com dificuldade, ou pode não ser usada;

• Tem dificuldade em compreender o que lhe é dito e também de se fazer compreender;

• Palavras ou frases podem ser repetidas no lugar da linguagem comum (ecolalia);

• Movimentos repetitivos (estereotipias) podem aparecer;

• Costuma se expressar fazendo gestos e apontando, muitas vezes não fazendo uso da fala;

• As pessoas podem ser utilizadas como meio para alcançar o que quer;

• Colo, afagos ou outros tipos de contato físico podem ser evitados;

• Pode não demonstrar envolvimento afetivo com outras pessoas;

• Pode ser resistente a mudanças em sua rotina;

• O que acontece a sua volta pode não despertar seu interesse;

• Parece preferir ficar sozinho;

• Pode se apegar a determinados objetos;

• Crises de agressividade ou auto-agressividade podem acontecer.

Pode-se reconhecer deficiências e comportamentos nos primeiros 12 a 18 meses de vida. Os comportamentos observados nesse período são a ausência de iniciativa motora, falta de atenção conjunta e correspondências sociais, ausência de compartilhamento de afeto, contato ocular ausente ou precário e ausência de brincadeiras simbólicas. As três características mais marcantes no primeiro ano de vida são a ausência constante de orientar-se para o próprio nome, incapacidade de olhar para as pessoas diretamente nos olhos e ausência do desenvolvimento da fala.


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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Perguntas e ordens


"Você já escovou os dentes?"
"Você já estudou?"
"Você já fez a lição?"
"Você já arrumou o seu guarda-roupas?"

Certamente essas e outras perguntas você, como pai ou mãe, já fez centenas de vezes aos filhos.

Também já deu outras tantas vezes as seguintes ordens:

"Vá tomar banho."
"Vá lavar as mãos."
"Venha almoçar."
"Vista o uniforme que já está na hora!"
"Penteie o cabelo."

Todas essas preocupações são procedentes e é natural que as tenhamos sempre em mente.

Mas você já se deu conta de que quase todas dizem respeito ao bem estar físico do seu filho?

Quantas vezes você já perguntou ao seu filho se ele está feliz?
Se ele tem sido gentil com os seus amigos?
Se dormiu bem, se teve pesadelos ou se sentiu medo à noite?
Se tem agido com cordialidade com seus colegas de escola.
Se ele é honesto em todas as ocasiões que se apresentam.

Você já perguntou ao seu filho se ele gosta de todas as atividades que você lhe impõe? Ou simplesmente ordena e quer ser obedecido?

Afinal, você leva em conta os sentimentos do seu filho?

Há pais que deseja que os filhos façam tudo o que eles não puderam fazer e não se questionam quanto aos gostos e desgostos das crianças.

Desejam realizar-se através dos filhos e não percebem que os filhos anseiam pode ser outra coisa, completamente diferente.

E não se dão conta, esses pais, que desrespeitando os sentimentos e tendências dos filhos os farão tão infelizes quanto eles mesmos o foram.

É graças a esse tipo de comportamento dos pais, que muitos jovens se infelicitam a ponto de apelar para as drogas numa tentativa de sufocar as necessidades não atendidas.

Pode ser também por causa desse tipo de ação dos pais que muitos adolescentes usam drogas para serem aceitos no grupo, pois eles aprenderam que sempre têm que fazer o que os outros querem, para que os aceitem.

Nesses dias de tantos desentendimentos entre pais e filhos, é importante fazer uma pausa para refletir sobre o assunto.

É preciso fazer uma análise dos valores que estamos passando às crianças diariamente e, se for preciso, refazer o passo.

Se for válido que nos preocupemos com a sua saúde e o seu bem-estar físico, é imperioso que cuidemos bem da sua saúde psíquica e moral.

A fase da infância passa rápido, mas o ser espiritual leva para o resto da existência as bases que recebeu nesse período.

Por essa razão, antes de fazer as perguntas e dar as ordens habituais ao seu filho, lembre-se também do seu bem-estar no campo dos sentimentos e inclua-o em suas preocupações diárias.

Você sabia?

Você sabia que os problemas ocorridos dentro do lar são o principal motivo que leva adolescentes e jovens às drogas?

Esses dados são resultado da pesquisa feita pelo IBOPE, encomendada pela Associação Parceria Contra as Drogas que foi publicada no jornal Gazeta do Povo.

Isso nos leva a concluir que a chave para a solução desse terrível mal social, está dentro de casa e se chama amor e disciplina.

Redação do Momento Espírita



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