sábado, 2 de março de 2013

Veja como reorganizar a rotina da família para o ano letivo



Pediatra dá algumas dicas para recuperar o ritmo com as crianças
por Melina Cabral

Não ter hora para acordar, comer de tudo, assistir à televisão, jogar videogame, ficar na piscina e na praia a tarde inteira, dormir tarde e brincar o tempo todo.
O fim das férias pode ser sinônimo de preguiça e birra para retornar a rotina do ano letivo.

Sair da mordomia e voltar a ter hora para tudo deve ser retomado aos poucos, e não no dia do início das aulas. “O ideal é que uma semana antes da volta às aulas os pais retomem a rotina escolar da criança. Acordar e dormir no horário certo e fazer as refeições nos horários habituais do ano letivo, ou seja, devemos “imitar” um dia letivo normal durante toda a semana anterior à volta as aulas”, esclarece o Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra criador do portal Pediatria em Foco.

Mas também não são só as crianças que precisam voltar à rotina. Os pais, mesmo os que não tiraram férias, precisam adaptar-se com a volta às aulas. “Decidir quem vai levar e buscar os filhos, quem ajuda no dever de casa em cada dia da semana e até mesmo definir um cardápio alimentar semanal ajuda à família a recuperar o ritmo”, sugere o especialista.

Ele também ressalta que durante as férias deixar a criançada exagerar no que é “proibido” durante o período de aulas é importante. Mas claro, com o cuidado de não abusar e exceder o limite. Comer doces, assistir à televisão e jogar videogame por um longo período de tempo é saudável durante as férias. Afinal, as crianças seguem uma rotina o ano letivo inteiro, e nas férias, é a hora dos baixinhos aproveitarem e curtirem da maneira que realmente gostam. “Existem duas rotinas: a do ano letivo e as das férias. É preciso saber diferenciar as duas e aproveitar da maneira correta. As crianças também querem relaxar e curtir do estilo delas cada segundo do descanso escolar”, explica o pediatra.

Ainda de acordo com o pediatra, os pais devem estimular as crianças na última semana de férias a realizar alguma atividade no horário destinado às lições de casa. Colorir ou fazer desenhos é uma ótima opção para as crianças pequenas. “Com as maiores, sugira escrever uma história juntos. Você pode começar um parágrafo e pedir que o filho use a imaginação para terminar a redação”, finaliza Marcelo Reibscheid.


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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Ajude seus filhos na Escola


Como agir com os seus filhos para estimula-los na escola? Selecionamos algumas dicas importantes que irão auxiliar os pais a lidar com os problemas mais comuns vividos com os seus filhos.

Os pais devem obrigar o filho a ir à escola se ele não gosta?

Os pais devem deixar claro aos filhos que eles precisam ir à escola. Quando o filho não quer ir é necessário investigar o porquê. Muitas vezes a escola que frequenta não é a melhor para ele.

A criança deve ser obrigada a estudar?

É difícil para as crianças assimilarem a responsabilidade de estudar se só se exige isso delas. Os pais devem deixar claro que os filhos têm vários deveres, como arrumar o quarto, respeitar as pessoas e estudar.

Os pais devem cobrar os estudos?

Sim. As crianças vão enfrentar várias cobranças durante a vida. Os pais não só precisam como devem cobrar o estudo dos filhos. Isso mostra à criança que os pais acreditam em sua capacidade de executar as tarefas. Mas a cobrança não precisa ser dura, deve ser cordial e respeitosa.

As notas baixas devem ser punidas?

Notas baixas revelam algum problema. Pais e filhos devem tentar descobrir o que está prejudicando o desempenho na escola. Se for excesso de televisão, por exemplo, os pais devem restringir os horários em que os filhos veem TV. O que não adianta, nesse caso, é deixar de comprar um tênis ou cortar a natação.

Notas altas devem ser premiadas?

Se a criança se esforçou para recuperar uma nota, deve ser premiada. Não é preciso dar presentes. Os pais podem recompensar os filhos com um elogio ou um passeio. Se a criança vai normalmente bem na escola, não deve ser premiada por isso. Ninguém espera receber presentes por cumprir a obrigação.

As crianças devem ter horário fixo para estudar?

Sim. Esse horário deve ser determinado de acordo com a rotina da família e as peculiaridades da criança. Ela deve estabelecê-lo junto com os pais. Estabelecer horários ajuda a criar um hábito de estudar. Isso facilita a vida da criança, evita que ela tenha que tomar a decisão de estudar a cada dia.
Os pais devem esperar que os filhos desenvolvam sozinhos a responsabilidade?

Não. As crianças tendem a deixar para o outro aquilo de que não gostam de fazer. Cabe aos pais e professores tornar as crianças capazes de desenvolver e assumir responsabilidades. A responsabilidade não deve ser imposta muito cedo, mas é ruim para as crianças ficarem "largadas".

O que fazer quando o filho pega recuperação ou segunda época?

Os pais devem participar da vida escolar dos filhos para não serem surpreendidos por um mau desempenho. Caso aconteça de seu filho ficar em recuperação ou segunda época, ele necessitará muito mais de seu apoio e auxilio.

Os pais devem ajudar na lição de casa?

É preciso enfatizar para os pais que a tarefa é responsabilidade do aluno. À família cabe dar condições para que ele desenvolva seu trabalho. Isso inclui estabelecer um horário para o estudo, reservar um lugar tranquilo e deixar a mão todo o material necessário.

As crianças podem estudar na casa de amigos?

Devem. Nas grandes cidades, principalmente, as crianças tem pouco contato com pessoas de sua idade e muito com adultos. Os filhos desenvolvem mais autonomia e segurança se passarem mais tempo com amigos e crianças, longe dos adultos.

É prejudicial estudar com música ou na frente da TV?

Sim. A música e a televisão atrapalham a concentração da criança, na maior parte dos casos. Além disso, deitar no tapete com a cabeça na almofada e ouvir música é uma boa postura para descansar ou dormir, não para estudar.
O que fazer com crianças que não gostam de ler?

Em geral, as crianças não leem porque o hábito e o gosto pela leitura não são incentivados nem pela escola e nem pelos pais. Os professores passam a mesma lista de livros todos os anos. A família trocou o livro pela TV. Se a criança tem em casa alguém que leia, como modelo, ela não desenvolve a vontade de ler.

Quando procurar ajuda de um profissional especializado?

A criança pode precisar de ajuda quando se encontrar em situações que a preocupem e a seus pais. Notas baixas, dificuldade na escrita e leitura, troca de letras, dificuldade para resolver problemas, lentidão, desinteresse, desatenção, fadiga, são alguns fatores (sintomas) que indicam a necessidade de ajuda de um profissional especializado.

Profa. Lucimara Maia
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Aniversário de Casamento...


“Ainda que eu tivesse o dom da profecia 
e conhecesse todos os mistérios e ciência, 
e ainda que tivesse toda fé de maneira tal 
que transportassem os montes 
e não tivesse amor eu nada seria”.
Agradeço a Deus o privilégio de neste lindo dia, 25 de fevereiro de 2013 amanhecer celebrando Aniversário de Casamento.

Como é bom viver e, melhor ainda viver e fazer parte da vida de alguém. Alguém que se importa e compreende alguém com quem você pode contar sempre, que te faz companhia e divide com você todos os momentos...

Meu amor, vivemos vários momentos em nossa vida juntos, e todos contribuíram para o nosso crescimento. Momentos bons, alegres, felizes, outros não tão bons, não tão alegres, mas continuamos juntos enfrentando-os, curtindo-os...

35 anos de casados...

Qual será o segredo dos casamentos duradouros? 

Encontrei esse artigo e estou postando hoje porque achei interessante.

“Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão

Em verdade, cada um tem sua fórmula especial. 

Recentemente lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes. 

Ele afirma que um bom casamento deve ser criado. 

No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas. 

É jamais ser muito velho para darem-se as mãos, diz ele. 
É lembrar-se de dizer "te amo", pelo menos uma vez ao dia. 
É nunca ir dormir zangado. 
É ter valores e objetivos comuns. 
É estar unidos ao enfrentar o mundo. 
É formar um círculo de amor que uma toda a família. 
É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer. 
É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo. 
É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito.
E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. 
Ser natural e saber agir com tato. 
É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante. 
É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro. 
Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido. 
É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos. 
É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia. 
É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro.  Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois. 
É ser o apoio diante dos demais. 
É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal. 
É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro. 
Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente, detalhes pequenos, mas importantes. 
É saber dar atenção para a família do outro, pois, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade. 
É cultivar o desejo constante de superação. 
É responder dignamente e de forma justa por todos os atos. 
É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro. 
O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio, vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita. 

O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar, mas amplia-se, uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes, manias e costumes de um e de outro. 

O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade, da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida”. 

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros: Um presente especial.











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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ano Novo Escolar começando...

Ajude os seus filhos a se adaptarem na escola

Ir para a escola é um acontecimento diferente, interessante e agradável para muitas crianças. Entretanto, o início das aulas para algumas delas pode causar profunda ansiedade, medo e, às vezes até pânico e recusa de ir à escola.

Ao ingressar ou voltar para a escola as crianças afastam-se do ambiente familiar conhecido, que lhes é seguro e se inserem em um ambiente novo, totalmente desconhecido.

Nesse momento, normalmente a insegurança se instala, pois aparece o medo paralisante de ser abandonada na escola, dos pais não voltarem para buscá-la.
Para resolver essa questão, mm muita escola existe um programa de adaptação que auxilia a criança a se adaptar e enfrentar esse momento tão crítico.

Nesse programa, alguém da família fica com a criança na escola por certo tempo, até que ela se sinta confortável e mais segura.

Os pais devem estar atentos ainda para os sintomas de estresse na criança frente a uma mudança de escola ou uma mudança para um novo bairro.

No processo de adaptação a criança pode apresentar uma queixa de dor de cabeça, dores de garganta ou dor de estômago, em alguns casos até febre, pouco antes de ir para a escola, uma forma de protesto, de recusa. Nesse caso, conseguem temporariamente ter seus desejos atendidos, ou seja, fica em casa até recuperarem a sua saúde.

As crianças durante o processo de adaptação podem apresentar um comportamento inadequado, com os seguintes sintomas:

·  Sentem-se inseguras, choram muito e fazem birras,
·  Exibem comportamento apegado,
·  Exibem excessiva preocupação e receio sobre os pais,
· Têm dificuldade para dormir e comer,
·  Costumam ter pesadelos,
·  As emoções e os sentimentos vão aos extremos, algumas vomitam, 
   outras tem até diarreias, 
·  Ficam com medo do escuro.

Esses sintomas e comportamentos são comuns entre as crianças que apresentam ansiedade no processo de separação. Elas precisam de cuidados e atenção para que não desenvolvam graves problemas educacionais ou sociais. Seus medos e ansiedade devem ser percebidos e tratados.

Algumas ações que facilitam o processo de adaptação:

· Deixe a criança levar algum objeto de casa, algum brinquedo que goste. É uma maneira da criança manter o vínculo com sua casa e seus pertences.
· Não pergunte à criança se ela quer ir à escola, ela não é capaz de decidir sozinha.
· Evite colocá-la na escola pela primeira vez num momento de transformações, morte, nascimento de um irmão etc...
· O período de adaptação varia muito. As crianças mais tímidas e as com menos de três anos, podem precisar de mais tempo do que outras.
. Não se desespere. Faça parte do programa de adaptação, tenha paciência.

Mesmo após uma familiarização da criança na escola, podem ocorrer retrocessos. Algumas vezes surgem comportamentos regressivos, como chupar o dedo, roer as unhas, puxar o cabelo ou fazer xixi na cama. Agressividade, choros frequentes e tristeza também podem ser notados em alguns casos.

Os pais devem permanecer calmos, confiantes e devem buscar constantemente informações com as educadoras, para compreenderem como a criança está se adaptando na escola, quando do seu afastamento depois do término do programa.

Isso tudo é normal, em questão de semanas as crianças estão completamente adaptadas e muitas delas ficam muito, mas muito felizes na escola.

A questão da adaptação não afeta apenas os pequenos, muitas crianças e os adolescentes sofrem esse problema no inicio de cada ano, pois precisam se adaptar às inúmeras mudanças escolares.

De ano para ano, muitas vezes há mudanças de escola, de professores, de turma, de salas de aula, de classe, sem falar nas mudanças dos métodos e muitas vezes das regras e procedimentos, as constantes expectativas de desempenho, as dificuldades de aprendizado, etc.
De certa forma, a cada começo de ano letivo as crianças e os adolescentes passam por um duro processo de adaptação, envolvendo inclusive os seus pais.

Inúmeros estudos revelam que as relações interpessoais influenciam na motivação das crianças no processo de aprendizagem. Assim, uma adaptação saudável, o envolvimento, ou a qualidade das relações da criança ou adolescente na nova turma, ou na nova escola com colegas e professores, é um motivador poderoso para o seu sucesso escolar.

Os problemas de adaptação que geram a solidão em muitas crianças, bem como, a insatisfação social influenciam negativamente à sua plena realização escolar.
Dessa forma, os pais precisam estar atentos ao desempenho social dos seus filhos nesse início de ano, precisam apoiá-los nas relações recíprocas.

As crianças e adolescentes que conquistam um ou mais amigos na sala de aula, se sentem apoiadas para lidar com vários problemas do cotidiano escolar e não são solitárias.

Os amigos costumam motivar e afetar a adaptação escolar de uma forma muito construtiva.

As crianças sentem profunda necessidade de aprovação, de identificação. Nesse sentido, quando as crianças e adolescentes sentem que de certa forma não são aprovados pelos seus pais (muitas acreditam nisso, mesmo não sendo verdade) compensam com os amigos, e por isso, fazem de tudo para agradá-los e participam de ações que os amigos aprovam.

Assim, muitas vezes chega um período em que se afastam de seus pais (que não os aprovam) e se dedicam quase que exclusivamente aos amigos (que os aprovam).
Nesse processo, se sentem autovalorizados, aprovados, suficientes, queridos e acolhidos. 

As amizades podem afetar o sucesso dos alunos na transição do ensino fundamental para o ensino médio. As crianças e adolescentes que rapidamente se enturmam, que são acolhidos costumam ter maior autoestima, menos problemas emocionais, e desenvolvem atitudes capazes de lhes fazerem alcançar um nível mais elevado na escola, em comparação com as crianças e adolescentes que têm dificuldades de se adaptarem e que se isolam.

Você que é pai, mãe ou responsável e está lendo esse artigo, fique atento ao processo de adaptação do seu filho!

Se perceber que ele está com problemas de adaptação e com dificuldades para ser aceito na “nova escola”, “na nova turma” procure a ajuda da orientadora escolar para que ela possa ajudá-lo a se enturmar para que possa se sentir aprovado, acolhido e assim, ter todas as condições emocionais e psicológicas para desenvolver plenamente seu intelecto e ter sucesso escolar!

(Texto extraído da obra: Educar, uma lição de amor - Como criar filhos em um mundo sem valores, Editora Gente, 2011).



Selinho que recebi de minha mais nova seguidora!
Obrigada pelo carinho!

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