quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Quando me sinto fraca, então é que me faço forte.



Sei que Deus não me criou para que me sentisse derrotada pelos problemas que a vida me apresenta.

Deus não me criou para o desânimo que insistente bate à porta de meu coração, sempre que alguma coisa não dá certo.

Ele não quer ver esta ruga que aparece em meu rosto, refletido no espelho, sinal de toda a preocupação que ocupa minha mente.

Ele sabe que se hoje as coisas não me parecem bem, amanhã, à luz de um novo dia, elas me parecerão menos graves, do que o impacto que me causaram.

Ele sabe, que não obstante, à pequenez de minha fé, sinto que posso contar com a Sua proteção.

Sabe que tenho a certeza absoluta de que não colocará em meus ombros peso maior do que eu possa suportar.

Sabe que entendo que essas experiências desagradáveis pelas quais passo em minha vida, servirão apenas para evoluir e fortalecer meu espírito e enriquecer meus conhecimentos.

E é por tudo isso, que não devo esmorecer, não devo dar ao meu inimigo, seja ele quem for físico, moral ou espiritual, o gosto da vitória sobre mim.

Deus me criou para ser amada, principalmente por mim mesma!

DEUS ME CRIOU PARA VENCER... SEMPRE!
(Autoria: Rose Mori)
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O amor de Deus: Toque transformador!


Você já conheceu alguém que abriu a torneira de sua casa e não tinha água? Eu já... Quando acontece isso, logo perguntamos se a conta foi paga, se tem algum problema nos canos, se a falta de água é só na casa ou na vizinhança também...

Enfim, sabemos que existe água na fonte, mas esta água não chegou até ali para trazer seus benefícios, certamente porque os canais por onde ela deveria chegar não estão funcionando bem.

Todos que já fomos tocados pelo amor de Deus passamos a ser canal da própria essência de Deus, pois Deus é Amor! Logicamente quando as pessoas chegam perto de nós, elas esperam que o canal do Amor de Deus, que somos nós, produza atitudes de amor, assim como o canal de água transporta água.

Mas do modo como falta água nas torneiras das casas, às vezes encontramos pessoas que dizem que tem a Deus, mas que não transportam este amor, não são canais do amor de Deus através de suas atitudes. Quando isso ocorre sabemos que a Fonte(Deus) permanece pronta para fluir através de cada pessoa; a falta de amor não está na Fonte e sim no canal.

Como saber se somos efetivamente canais do amor de Deus? Só há uma forma, através da mudança de atitudes, diariamente. Sua vida tem passado por mudanças que demonstram este amor?

Ao sermos tocados pelo amor de Deus, passamos por um processo de transformação. A primeira transformação ocorre em seu espírito, através da salvação e a vida do indivíduo já não poderá ser a mesma.

COMO É O INDIVÍDUO ANTES DO TOQUE E DEPOIS DO TOQUE DO AMOR DE DEUS:

É egocêntrico, voltado somente para seus próprios interesses.

Aprende a dividir as coisas e a si mesmo, importa-se com o próximo.

Vive murmurando, reclamando, maximizando as dificuldades.

Demonstra gratidão a Deus pela vida e por tudo o que possui, potencializando os aspectos positivos da vida.

Tem valores materiais como prioridade.

Tem valores eternos como prioridade.

É impaciente, irritado, vive num alto nível de estresse.

Paciente com as pessoas e consigo, lida com o tempo como aliado para conseguir seus objetivos.

Sua alegria é movida por festas, bebidas, é mal humorado no seu dia a dia.

Tem alegria verdadeira e permanente. É bem humorado com as pessoas e com a vida.

Vive num conflito interno, ficando tranquilo somente quando todas as circunstâncias são favoráveis

Possui a verdadeira paz, mesmo em meio as circunstâncias adversas.

Ama a si, sendo egoísta e interesseiro.

Ama a si e ao próximo em palavras e ações.

Está mais voltado para o TER do que o SER. Ama as coisas.

Está mais voltado para o SER do que o TER. Ama as pessoas.

Permanece preso ao rancor e amargura, quando é maltratado ou traído por alguém.

Tem capacidade de perdoar, é livre.

Trata bem somente seus amigos.

É amável com as pessoas, mesmo as de difícil convívio.

Vive sem valorizar a família.

Prioriza a família, como presente de Deus!

 Você pode acrescentar a estes, muitos outros exemplos de mudanças que o toque do amor de Deus fez e permanece fazendo em sua vida.

Se você continua a mesma pessoa, é muito provável que ainda não tem o amor de Deus em sua vida ou está precisando de conserto. Talvez você aprecie este amor, mas ainda não sentiu o toque transformador do amor de Deus através de Jesus Cristo. Vá até a Cruz de Cristo, lá você encontra todas as condições de perdão e restauração que precisa para ser canal do amor de Deus, todos os dias, por onde passar.

Colunista Edileide Castro - Pedagoga, Psicanalista Clínica, Escritora, Consultora e Palestrante.
edileidecastro@hotmail.com/www.edileidecastro.com


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domingo, 6 de janeiro de 2013

Delinquência infanto-juvenil...

Reino dos Gifs, muito mais gifs para você
Delinquência infanto-juvenil, uma breve ponderação espírita.


É muito gratificante recebermos notícias sobre jovens infratores que aproveitam as oportunidades que as instituições de ressocialização lhes oferecem, ingressando, alguns poucos, na universidade, com direito inclusive a bolsas de estudos integrais. Nesse aspecto, sabemos que cada ser recebe da vida segundo seus esforços e méritos.

Inobstante as grandes diligências para a ressocialização dos jovens delinquentes, é de se lamentar que excepcionalmente os apreendidos (menores) no Brasil conseguem lograr êxitos na sociedade. O assunto é instigante e implica bastante sensibilidade, por tanger as questões que abrangem crianças e adolescentes incursos na prática criminosa, tão combatida, mas que ultimamente só avigora as trágicas estatísticas do crime.

Há teóricos que defendem não haver adolescentes infratores em decorrência da pobreza, do abandono ou da falta de oportunidade de estudo ou trabalho, mas como reflexos de exposições seguidas a circunstâncias de deficiência moral e que se confiam ao crime por vontade própria.

Em sentido contrário a esse argumento, surgem as vozes dos que propagam o argumento de que o adolescente marginalizado é, em grande monta, vítima de desigualdade social, pois que não tem renda suficiente para usufruir de bens e serviços básicos, como saúde, educação, habitação e lazer.

Isso é razão suficiente pelo que o jovem se torna revoltado ou ansioso por experimentar o que da vida lhe é suprimido. Para tal adolescente, o melhor recurso é o processo de ressocialização; não com vistas à repreensão judicial, mas à reinserção desse jovem infrator na sociedade que ele mesmo rejeitou.

Para os especialistas, não há um juízo pacífico no princípio sobre as admissíveis causas da delinquência infanto-juvenil. O que existe são conjecturas, sobretudo de caráter social, acerca desses desvios de comportamento que culminam com a condenação da sociedade.

Não ignoramos que a família (com as devidas ressalvas) deve ser colocada como importante matriz da defecção moral dos filhos. André Luiz nos adverte que “os pais respondem espiritualmente como cicerones dos que ressurgem no educandário da carne.”
Há, sem sombra de dúvida, pais ou responsáveis que são avaliados como geradores da condição irregular de seus filhos ou tutelados, seja ela concebida como carência de meios indispensáveis à subsistência, abandono material ou até mesmo a prática de infração penal.

Compete observar que a violência entre os menores tem aumentado e nem sempre tem conotação econômica, arredando substancialmente a tese das condições subumanas a que são jugulados os jovens, principalmente nas grandes cidades, e que os desviariam para o crime. Ressalte-se que o número de adolescentes infratores egressos da classe A (alta) e B (média) tem aumentado, no mundo inteiro.

As causas da marginalidade entre os adolescentes são, pois, muito extensas, não se reduzindo exclusivamente à ociosidade, pobreza, fome ou descaso social. Acerca-se também pela esguelha das malfazejas companhias, constituição de gangues, aglomerações de pessoas insensatas, etilismo, drogas, meretrício, insolência religiosa ou ética e anseio orientado para o crime, configurando-se como causas importantes.

André Luiz assevera que “a criança sofre de maneira profunda a influência do meio. Por isso é urgente passar-lhe a noção de responsabilidade nos deveres mínimos como o ponto de partida para o cumprimento das grandes obrigações sociais.

Não permitir que as crianças participem de reuniões ou festas que lhes conspurquem os sentimentos e, em nenhuma oportunidade, oferecer-lhes presentes suscetíveis de incentivar-lhes qualquer atitude agressiva ou belicosa, tanto em brinquedos quanto em publicações.”

Concebemos que o sedutor universo fashion, a TV e a internet, ao colonizarem as residências (edificação material da casa) e lares (aspirações da família), exacerbaram nas crianças o despertar prematuro para uma realidade desnuda e inumana, o que equivale a afiançar que elas foram arrebatadas do seu mundo de alegoria e dirigidas para a inversão dos valores morais, espicaçadas também pela arrogância dos pais. Assim sendo, a estação de inocência e tranquilidade infantil foi diminuindo.

Cada vez mais cedo, e com maior magnitude, as excitações da adolescência germinam adicionadas pelos diversos e desencontrados apelos das revistas libertinas, da mídia eletrônica, das drogas, do consumismo impulsivo, do mau gosto comportamental, da banalidade exibida e outras tantas extravagâncias, como espelhos claros de pais que vivem alucinados, estancados e desatualizados, enjaulados em seus quefazeres diários e que jamais podem demorar-se à frente da educação dos próprios filhos.

Sejamos atentos à verdade de que educar não se abrevia apenas a fornecimentos de abrigo e alimento do corpo extinguível. A educação, por significado, funda-se na base da constituição de uma sociedade profícua.

A tarefa que nos cumpre alcançar é a da educação das crianças e jovens pelo padrão de total dignificação moral sob as bênçãos de Deus. Nesse sentido, os postulados Espíritas são antídotos contra todas as deletérias armadilhas humanas, posto que aqueles que os distinguem têm consciência de que não poderão se eximir dos seus encargos sociais, sabendo que o amanhã é uma implicação do presente.

Assim, é imperativo identificarmos no coração infanto-juvenil o arcabouço da futura geração saudável.

Jorge Hessen

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sábado, 5 de janeiro de 2013

O valor de nossos pais!!!



Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li...!

"Não existe nada mais fatal para o pensamento do que as respostas certas. Para isto existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido". RubemAlves

O valor de nossos pais!!!

Um jovem de nível académico excelente candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.

Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.

O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.

O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?" o jovem respondeu "nenhuma".

O diretor perguntou, "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades?" o jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

O diretor perguntou, "Onde trabalha a tua mãe?" e o jovem respondeu, "A minha mãe lava roupa."

O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

O diretor perguntou, "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?", o jovem respondeu, "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã."

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz, mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.

O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões em suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com água.

Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.

Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?"

O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."

O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sentiste."

O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."

O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vai resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos este tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?

Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor, deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser.

Quer que ele entenda que não interessa os quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Quais são as pessoas com mãos enrugadas por mim?

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