sábado, 17 de março de 2012

10 hábitos para manter a família unida




 Dicas para melhorar as relações

O vínculo afetivo entre familiares é fundamental para o desenvolvimento individual e, claro, da unidade familiar. Manter as relações afinadas e fortes não é nada trabalhoso. Na verdade, é mais uma questão de adotar alguns hábitos na rotina e aos poucos eles vão sendo incorporados por todos. Confira ingredientes para incrementar essa receita.

1. Respeite os limites de cada um
Cada pessoa tem seu ritmo, seu jeito de ver e de viver a vida. Procure respeitar essas particularidades. Isso pode ajudar a resolver conflitos familiares de um jeito muito mais fácil.

2. Priorize o bom humor

Tente encarar os conflitos familiares com disposição. Muitos surgem por motivos pequenos e são alimentados pelo cansaço e o estresse. Quem enfrenta os problemas bom humor alimenta relações mais leves.

3. Faça coisas em conjunto
Para driblar a falta de tempo para realizar atividades com seus filhos ou companheiro, faça programas conjuntos – como cozinhar ou arrumar a bagunça da garagem. São ótimas oportunidades para a troca de experiências.

4. Incentive o diálogo

Conversar é fundamental. De nada adianta viver sob o mesmo teto se não há diálogo, se as pessoas não compartilham sentimentos e experiências. Uma boa conversa permite saber como o outro está é a melhor forma de resolver desentendimentos.

5. Esteja disponível
Ninguém consegue estar 100% disponível, mas mostrar disponibilidade para conversar e dar atenção, principalmente para crianças e adolescentes sempre que possível, é fundamental. Usar frases do tipo “conte comigo”, “sou seu parceiro” ou “se precisar, estou aqui” ajuda os filhos a encontrarem um canal aberto.

6. Não se deixe levar pela rotina agitada

É chato conviver com uma pessoa que chega em casa com a cara fechada. Se você teve um dia estressante, imagine que, ao passar pela porta de entrada, as preocupações ficarão do lado de fora e a sua família poderá ser uma excelente forma de distração.

8. Expresse seu afeto
Há várias maneiras de manifestar o carinho que você sente por seus familiares. Um simples abraço dá conforto e revela uma forte ligação. A partir do afeto, despertam outros sentimentos fundamentais para as relações, como respeito, compreensão e tolerância.

9. Todo dia é dia

Estreite os vínculos sempre. Um telefonema, um e-mail ou um SMS podem ser demonstrações de afeto que fazem a diferença.

10. Admita seus erros
 Ninguém é perfeito, até mesmo os pais. E quando uma pessoa assume que errou, as relações ficam mais verdadeiras e os familiares se aproximam ainda mais.


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sexta-feira, 16 de março de 2012

21 Lições de Vida e Marketing deixadas por Steve Jobs:

Não sei o que é maior: se os benefícios que Steve Jobs trouxe a humanidade ou se a falta que farão as ideias que ele não teve tempo de colocar em prática.


Steve era um visionário. Tinha a capacidade de ver o que não víamos e de implementar (executar) como poucos, para que a visão se realizasse.
 
 Confira 21 Lições de Vida e Marketing deixadas por Steve Jobs:

1. Corra para a onde a bola vai estar

Em 2007, Steve Jobs disse que os melhores jogadores do mundo correm para onde a bola vai estar, não aonde ela está. “Nós temos sempre tentado fazer isso na Apple. Desde o começo. E sempre tentaremos”.

A habilidade de Steve de antecipar tendências futuras fez que com a Apple dominasse mercados agora gigantes, mas que não existiam a poucos anos, como vendas de músicas digitais (através do IPod e iTunes).

2. Veja o lado positivo

Jobs começou sua vida com o pé esquerdo. Sua mãe biológica decidiu colocá-lo para adoção ainda novo. Como ela era uma jovem sem formação, queria que um casal com formação (estudo) o adotasse. Inclusive já estava tudo combinado entre ela e um advogado e sua esposa. Só que quando ele nasceu o casal desistiu, pois queriam uma menina.

Vida dura? Não para o jovem Jobs. Ele não se deixou abalar, fez o que pode para ajudar seus pais adotivos, que acabaram morando em Palo Alto, Califórnia (que eventualmente se tornou o vale do silício)

3. Aprenda com os outros

Na escola, Jobs frequentou palestras em uma pequena empresa de tecnologia da computação chamada Hewlett-Packard. Antes de fazer 21 anos, Steve trabalhou para HP e Atari, ele aprendeu o que essas empresas estavam fazendo e aprendeu o que poderia fazer de forma diferente na Apple. Não concordava com tudo, mas aproveitou para aprender o que pôde com o que estava dando certo.

4. Comece cedo

Quando Steve Jobs começou a trabalhar com computadores ele era muito jovem, ou seja, seu cérebro absorvia tudo como uma esponja e ele aprendia muito rápido. Ele começou a Apple com cerca de 20 anos, quando ele ainda estava cheio de energia, idéias frescas e ainda não tinha nada que o restringisse, como uma carreira e uma família.

5. Faculdade pode ajudar

As melhores escolas nos ajudam a criar conexões e solucionar problemas. Jobs dá os créditos a uma cadeira de caligrafia por parte do desenvolvimento do Machintosh:

“Se eu nunca tivesse frequentado a cadeira de caligrafia, o Mac nunca teria múltiplos tipos de letras e espaços proporcionais”

6. Faculdade não é tudo

Logo de cara, Jobs não concorda com o “currículo” montado para que ele aprendesse. Desta forma, ele montou seu currículo, assistindo à aulas que lhe interessavam e na hora que ele quisesse. Obviamente, desta forma ele não conseguiria se formar nunca. Mas não era problema. Steve queria conhecimento, não um diploma.

Ao invés de se preocupar em tirar boas notas, ele co-fundou a Apple em 1975, ano que deveria acontecer sua “formatura”, caso tivesse se aplicado no estudos.

7. Conheça coisas novas

Um ano antes dele fundar a Apple, Jobs foi em uma jornada para a índia. Viajar é uma maneira de ampliar os horizontes de uma pessoa expandindo seu senso do que é possível – traços importantes em qualquer empreendedor. Conhecer lugares, idiomas e culturas novas nos permitem criar novos referências, novas maneiras de ver e entender o mundo.

8. Se rodeie de bons profissionais

Steve Jobs não era um ótimo técnico. A Apple não teria nenhuma chance se Steve fosse o único construindo os computadores. Por isso ele convidou Steve Wozniak para ser seu sócio. Através dos anos as empresas de Steve deram frutos graças a muitas pessoas brilhantes que ele se cercou, como o CEO da Apple Tim Cook e o CCO da Pixar John Lasseter.

9. Pense grande.

Tenha grandes metas. Não tenha medo de mudar o mundo. Mas se você não é exigente consigo mesmo e espera a melhor performance possível de todos seus colegas e funcionários, como espera que isso aconteça?

10. Aja grande

No começo da Apple Steve reconheceu que Palo Alto, Califórnia era o epicentro da inovação da tecnologia da computação. Steve queria que sua empresa fosse associada a esse lugar, mas a Apple era ainda apenas uma empresa de garagem na vizinhança de Los Altos.

A solução de Jobs foi contratar um endereço para correspondência e um serviço de atendimento telefônico automático para recados, assim quando um cliente em potencial ligasse teria a impressão que a Apple era uma empresa grande no coração do Vale do Silício, mesmo que na verdade era apenas dois caras suados em uma garagem do outro lado da cidade.

11. Obstáculos são feitos para serem superados

Jobs e Wozniak ficaram sem dinheiro enquanto desenvolviam o primeiro computador da Apple. Ao invés de desistir Jobs vendeu sua Kombi e Wozniak vendeu sua calculadora gráfica. Quando a vida lhe der um tapa na cara, não fique chorando. Levante-se, olhe ela nos olhos e diga: “É o melhor que você tem?”.

12. Seja responsável por seus atos

Como CEO da Apple, Jobs ganhava um salário de S$1 (um dólar). Jobs não foi incentivado pelo seu salário, sua participação acionária era tudo que tinha. Bilhões, sim, mas que a cada ação dele podia fazer com que perdesse ou ganhasse milhões em dias.

Se todos os executivos não tivessem salários, mas somente fossem pagos mediante os resultados que apresentam, quantas crises financeiras teríamos? Como seria a eficiência de nossos governos se retirassem os infinitos auxílios XXX, estabilidade, pisos, e todos recebessem baseado em sua produtividade?

13. Cerque-se de craques

Jobs contratava pessoas apaixonadas e cultivava uma cultura de empresa excepcional, em ambas empresas, Apple e Pixar. Os maravilhosos filmes e produtos resultantes refletiam isso.

14. Assuma riscos

Jobs estava disposto a canibalizar os produtos de sua empresa em nome do progresso. Muitos CEOs estariam hesitantes em desenvolver o IPhone, sabendo que ele ajudaria a transformar o IPod em algo obsoleto, mas Jobs fez mesmo assim (e ainda por cima deu uma grande mordida no lucrativo mercado de mobiles).

Não tenha medo de assumir riscos, especialmente os riscos inteligentes.

15. Crie uma marca pessoal

Steve Jobs foi um dos primeiros a reconhecer a importância de ter uma marca pessoal na era da internet. Sua camisa preta com jeans e apresentações de produtos com slides no fundo são tão reconhecidos hoje quanto a maçãzinha do logo da Apple.

16. Tenha um propósito alto

Buda disse: “ Nós somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o mundo”. Mudar primeiro em nossas cabeças o que acreditamos conseguir fazer é tão importante quanto tentar fazer.

17. Encontre o parceiro certo

Não há decisão mais importante na sua vida do que escolher a pessoa certa para seguir junto com você no seu negócio. Escolha sabiamente (assim como Steve fez) , e você terá um parceiro que ajudará você a ver através dos desafios diários. È a visão além do alcance.

18. Erre, mas não pare

Todo mundo erra. Mas como você responde a seus erros é que faz toda a diferença. Em 1984, Steve Jobs foi demitido da Apple, a empresa que ele criou.

Em Standford no início de 2005, ele falou sobre isso:

“Eu não vi isso na época, mas acabou que ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser novamente um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me libertou para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida. ”

19. Faça o que você ama. Ame o que você faz

“Às vezes a vida bate na sua cabeça com uma pedra. Não perca a fé. Tenho certeza que a única coisa que me fez continuar, foi que eu sempre amei o que eu faço. Você tem que encontrar o que você ama. E isso é verdadeiro tanto para as pessoas que você ama como para seu trabalho. Seu trabalho vai ocupar uma grande parte da sua vida, e a única maneira de você estar totalmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho.

20. Tudo tem um fim

“Lembrar que eu estarei morto em breve é a mais importante ferramenta de motivação para fazer grandes mudanças na minha vida. Por que quase tudo, todas eternas expectativas, todo orgulho, todo o medo, todo o fracasso, tudo isso não é nada perante a morte, deixando apenas o que é realmente importante.”

Nosso tempo de vida na terra é curto. Há quanto tempo você esta “tentando” terminar aquilo que não ama mais? Sair de um emprego sem futuro? Pedir desculpas para aquele amigo? Ligar para aquele cliente?

O tempo voa. Faça valer a pena.

21. Faça diferença no universo

Jobs uma vez disse: ”Nós estamos aqui para fazer diferença no universo. Por qual outro motivo estaríamos aqui?”

Só ter um próposito alto não ajuda você a encontrar o sucesso.

Redefina o significado da palavra SUCESSO!

“A única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou, continue procurando. Não se acomode. Como em todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrá-lo. E, como qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até encontrá-lo. Não se acomode.”

Fonte: Para o alto e avante

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quinta-feira, 15 de março de 2012

15 DE MARÇO - DIA DA ESCOLA


A escola também tem a sua data de comemoração: o dia 15 de março. Muita gente pode pensar que a escola não merece essa homenagem, por considerá-la um lugar chato, onde se tem de ir por obrigação, com hora marcada de entrada e de saída, e se esforçar para aprender muita coisa que a gente nem sabe ao certo para que serve.

Até certo ponto, isso pode ser verdade, mas há outra maneira de encarar a questão. Obrigações, de maneira geral, fazem parte da vida e todos têm de se acostumar a elas. E os horários determinados também vão existir fora da escola, no mundo do emprego e do trabalho. Por isso, a rotina que a escola estabelece não deixa de ser também um treinamento para a vida adulta.

Sobre o esforço para o aprendizado, por incrível que pareça, ele também tem seus pontos positivos, quando se considera que aprender algo que a gente não sabe é uma espécie de desafio para a inteligência de cada um. Você não tem curiosidade de descobrir qual é a sua capacidade de resolver os problemas que lhe aparecem pela frente? Não tem vontade de se preparar para enfrentá-los?

Certamente, a escola é também um local que lhe possibilita satisfazer muito de suas curiosidades a respeito do mundo que está ao seu redor. É na escola que você vai conhecer tudo o que aconteceu no Brasil e no mundo, antes de você chegar a eles. Aliás, é lá que você vai saber onde fica a cidade, o Estado e o país em que você vive, qual a posição que eles ocupam no mundo e como o mundo se localiza no universo.

Pensando bem, muito do que já sabe, você deve à própria escola. Com certeza foi nela que você adquiriu a capacidade de ler um texto, sem a qual você não poderia estar compreendendo estas linhas que tem diante dos olhos agora. Também foi na escola que aprenderam matemática todos os homens responsáveis pelo surgimento dos computadores e da internet.

Só que a escola não é somente um espaço de treinamento e aprendizado. Ela também é um local de convivência, onde você conhece outras pessoas e faz muitas amizades. Sem falar que, na escola, também podem surgir emoções mais fortes, que se transformam em relacionamentos afetivos, em namorar ou ficar com alguém.

Por isso, a escola também deve ser vista como um lugar de diversão e prazer. Aliás, você sabia que é essa a origem da palavra escola? "Escola" vem do grego skholê, que significava precisamente "descanso, repouso, lazer, tempo livre", pois, na Grécia antiga, só quem tinha tempo livre, quem não tinha obrigações com o trabalho braçal, podia se dedicar aos exercícios físicos e mentais.
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Base para Relatório dos Alfabéticos



 
INTRODUÇÃO

Neste Bimestre, vivenciou as atividades de maneira significativa e construtiva, demonstrou interesse em participar das diversas situações que permitiram a busca das respostas para essas soluções implícitas na mobilização de conhecimentos de diferentes áreas, as quais observamos que tem se desenvolvido.

Proporcionamos vivências para que tenha contato com a linguagem escrita por meio de diferentes tipologias de texto, como: convites, bilhetes, cartazes e com diversos materiais.

Durante o trabalho com a linguagem escrita, possibilitamos a imersão significativa e prazerosa do aluno. De forma contextualizada, a escrita foi trabalhada com base nas formas que aparecem na sociedade relacionada às situações de vida.

Neste bimestre podemos considerar que construímos conhecimentos bastante significativos no nosso processo de alfabetização.
 SOCIALIZAÇÃO

Adaptou-se muito bem à nova escola e relaciona-se muito bem com os colegas e com a professora.
Participa e colabora com as atividades realizadas em grupos. No grupo interage e troca conhecimentos fortalecendo a sua aprendizagem e contribuindo com a aprendizagem dos colegas. Gosta de socializar os seus conhecimentos na roda de conversa, trazendo suas experiências cotidianas.

Organiza seus pertences, colabora na organização da sala após as brincadeiras e atividades realizadas em grupos e individuais. (sempre, quase nunca, às vezes, a contragosto).

 Gosta de jogar e brincar com os colegas e com a professora. Respeita as regras do jogo (sempre/às vezes/quase nunca) com os colegas.

-É querido e prestativo com a professora e colegas. É muito organizado, gosta de estar na escola e aprender coisas novas.

-Tivemos muitas oportunidades de estreitar nossos laços de amizade e cooperação realizando várias atividades em grupo, fazendo assim com que exercitemos nossa capacidade de socialização.
 ATIVIDADES DA PRÁTICA DIÁRIA

Mostrou-se interessado em envolver-se nas atividades referentes ao Folclore, participando com entusiasmo ao tentar descobrir as respostas das adivinhações, brincar com as parlendas, as trava-línguas, cantar as músicas folclóricas e ouvir lendas.

- Nas aulas de artes, cria e produz com habilidade, desenhos, pinturas, recortes, colagens, dobraduras, modelagens, explorando adequadamente, as diferentes propriedades dos objetos para  produções artísticas.

Importante ressaltar que para acompanhar a proposta pedagógica dessa série, precisa faltar menos às aulas, dando, assim, sequência nos conteúdos trabalhados.
 MATEMÁTICA

Interpreta e resolve situações-problema que envolva ideias de adicionar e subtrair, por meio de estratégias pessoais e convencionais.

Em relação ao trabalho com a área da matemática continuamos com as atividades de compreensão dos conceitos numéricos através da resolução de situações-problema do cotidiano escolar. Preocupamo-nos ainda, com a identificação dos numerais até 100 e suas respectivas quantidades. Neste trabalho, ainda sente necessidade de recorrer ao quadro de números da sala para encontrar os números vizinhos e relacioná-los às suas respectivas quantidades.

Ainda necessita do acompanhamento individual da professora e do apoio do material concreto para melhor compreender as operações de soma e subtração simples.

Como também, necessita de uma intervenção mais direta da professora e colegas para identificar os numerais pedidos e suas respectivas quantidades.


Ainda necessita do apoio dos colegas e / ou intervenção da professora para interpretar e resolver situações-problema que envolvam idéias de adicionar e subtrair.

Nas tarefas que envolvem raciocínio lógico matemático, às vezes, pede ajuda, mostrando interesse ao realizar as atividades propostas. Nestas ocasiões é preciso retomar a explicação individualmente sempre utilizando o auxílio de materiais concretos. Então ele recorda os conteúdos e conceitos para poder atuar.

Seleciona conjuntos de acordo com o que tem mais e menos e  Ordena quantidades e localiza números em uma sequência ou intervalos numéricos.

Como o apoio da professora, consegue ordenar quantidades e localizar números em uma sequência ou intervalos numéricos a partir de 20.

Em relação ao trabalho com a área da matemática continuamos com as atividades de compreensão dos conceitos numéricos através da resolução de situações-problema do cotidiano escolar. Preocupamo-nos ainda, com a identificação dos numerais até 100 e suas respectivas quantidades. Continuamos com um trabalho de compreensão do conceito da soma e subtração dos numerais até 19.

- Já identifica os numerais pedidos bem como suas respectivas quantidades.

- Ainda necessita de uma intervenção mais direta da professora e colegas para identificar os numerais pedidos e suas respectivas quantidades.

- Ainda não identifica os numerais pedidos nem suas respectivas quantidades

- Já identifica os numerais pedidos bem como suas respectivas quantidades, porém, necessita recorrer à ordem numérica memorizada.
  LEITURA

Lê com entonação e pontuação adequada, os diferentes textos dos gêneros previstos.
Ainda não percebe a necessidade de ler com entonação e pontuação adequada.
Percebe os diversos pontos de vista trazidos pelos textos.
Ainda precisa da intervenção da professora ou de colegas para perceber os diversos pontos de vista trazidos pelos textos.
Utiliza a leitura para os diferentes objetivos, como ler para estudar, revisar e escrever.
Utiliza a leitura para os diferentes objetivos, como ler para estudar, revisar e escrever somente com a intervenção da professora, pois ainda não reconhece sozinho todas as funções do texto escrito.
 Leitura para NÃO ALFABÉTICOS

Utiliza procedimentos para compreensão do texto, como antecipação, inferência e verificação.

Tenta, nas situações de leitura de textos memorizados, ajustar o falado ao escrito, apoiando-se nos conhecimentos que tem sobre as letras e textos.

Mostra-se interessado em manusear livros de história, gibis e revistas.
  LINGUAGEM ORAL

- Nos momentos da “roda de conversa” , ouve com atenção os comentários dos colegas e professora. Sabe esperar sua vez de falar, comentando de forma cada vez mais pertinente os temas propostos pela professora.

- Nos momentos da “roda de conversa” , ainda precisa da intervenção constante da professora no sentido de despertar sua atenção e concentração para os comentários dos colegas e professora. E também para que reconheça os procedimentos para participar de uma conversa, como esperar a sua vez para falar.

- Reconta histórias conhecidas ou fatos do cotidiano, respeitando as características discursivas do texto-fonte, mantendo a seqüência cronológica dos acontecimentos e sem esquecer trechos que comprometam o entendimento da história.
 
 ESCRITA  ALFABÉTICOS

Quanto ao desenvolvimento do seu processo de aquisição da leitura e da escrita, encontra-se na hipótese Alfabética.  Já compreende a maioria dos valores sonoros das letras que precisa para formar as sílabas e palavras. Isso não quer dizer que todas as questões relativas à compreensão do sistema de escrita tenham sido solucionadas. A partir desse momento, a criança defrontar-se-á com as complexidades próprias da ortografia, mas não terá maiores problemas na aprendizagem do mesmo.

Em relação à leitura, está cada vez mais curioso e ansioso para ler tudo o que encontra pela frente!

Destacamos sua crescente “vontade de aprender”, pois está sempre questionando à professora e aos colegas.

- Em relação ao seu processo de construção da leitura e escrita, está na fase alfabética da escrita convencional. Apesar de ainda ter muitas questões ortográficas (questões essas, naturais desse início de fase) ele tem avançado significativamente. Ainda não se preocupa com a questão do espaçamento entre as palavras num texto. E já começa a refletir e perceber algumas questões ortográficas da língua, tais como: Nh, Gue, Gui, Ç…
 
 NÃO ALFABÉTICOS

- Conhece o nome e a representação gráfica de todas as letras do alfabeto, utilizando este conhecimento para escrever, mesmo que ainda não o faça de maneira convencional.

- Utiliza escrita do próprio nome e de outras palavras que tenham adquirido relevância no contexto desenvolvido até o momento como fonte de informação para escrever.

- Quanto ao desenvolvimento do seu processo de aquisição da leitura e da escrita, encontra-se num momento de desestabilização da hipótese silábica, onde já percebe que uma letra apenas não pode ser considerada sílaba porque existem sílabas com mais de uma letra. 

Assim, sem nenhum critério, vai aumentando o número de letras por sílaba. Por isso, dizemos que se encontra na hipótese Silábico-Alfabético. Destacamos sua crescente “vontade de aprender”, pois está sempre questionando à professora e aos colegas.



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