terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Como fazer Avaliação Diagnóstica



By Roseli Brito

Início do ano, turma nova, Escola nova, enfim, como começar o trabalho com os alunos?

Nem pense em iniciar o trabalho pedagógico partindo da premissa do que você ACHA que os alunos já sabem. É preciso investigar, avaliar, levantar o que de fato a turma já sabe e o que ainda ela não sabe.

O instrumento para fazer isso é realizar a Avaliação Diagnóstica, que tem o objetivo de verificar a presença e a ausência dos pré-requisitos de aprendizagem adquiridos, ou não, na série anterior.

Não há um modelo de Avaliação Diagnóstica, cada Professor, conforme sua disciplina e os pré-requisitos que precisam ser trazidos da série anterior, é quem elabora atividades que levantem o que o aluno sabe e o que ele ainda não aprendeu.

1) Quando e porquê realizar a Avaliação diagnóstica:

.    Realizada no início do curso, período letivo ou unidade de ensino

.    Tem a intenção de constatar se os alunos apresentam ou não domínio dos pré-requisitos necessários (conhecimentos e habilidades) para novas aprendizagens, caracterização de eventuais problemas de aprendizagem e suas possíveis causas (cognitivo).

.    Função: diagnosticar

. Serve para identificar alunos apáticos, distraídos, desmotivados (comportamentos)

De posse dos resultados da avaliação diagnóstica será possível o Professor ajudar os alunos das seguintes formas:

.    Estimular o relacionamento entre os alunos, através de jogos e atividades dinâmicas

.    Criar intervenções pedagógicas específicas que auxiliem o aluno a superar dificuldades

.    Criar Rotinas que reforcem o comportamento positivo dos alunos

.    Realizar mudanças no ambiente da sala de aula que favoreça o aprendizado

.   Adotar novas práticas de ensino que estimulem a participação da turma

2) O QUE AVALIAR: Levantar Pré-Requisitos da série anterior

Muitos Professores sempre mandam e-mail pedindo modelos prontos de avaliação diagnóstica. Creio que isso se deve ao fato de que, para o Professor, não há a clareza do que ele deve levantar neste tipo de avaliação.

Quando você conhece o que deve diagnosticar, basta você criar atividades pertinentes a sua disciplina, e isso é algo que você já está acostumado a fazer quando elaboram as tarefas, as provas, as dinâmicas, os textos, os vídeos, enfim, quando você elabora a sua aula.

Você precisa ter claro que deve verificar os objetivos e metas a serem atingidos na série atual, e levantar quais são os pré-requisitos que o aluno já deve ter adquirido na série anterior.

Por motivos óbvios, não é possível fazer neste artigo, um detalhamento de todos os pré-requisitos para todas as disciplinas e séries, porém a título de ilustração, tomarei como exemplo um aluno que ingressa no 6º. Ano, e que o Professor de Matemática precisa levantar se este aluno traz os pré-requisitos necessários para cursar o 6º. Ano e atingir os objetivos estabelecidos para esta série.

- Situação:  O  Aluno está matriculado no 6º. Ano (verificar quais são os objetivos desta série no que se refere  à   Matemática).

- Levantar quais são os pré-requisitos que esse aluno deve ter, em Matemática, ao chegar no 6º. Ano

- Exemplos de pré-requisitos que o aluno já deve trazer do 5º. Ano em Matemática:

. Operações Fundamentais

- adição, subtração, multiplicação e divisão
- algoritmos das operações fundamentais
- utilização das operações fundamentais como ferramenta para a resolução de problematizações
- cálculo mental

. Frações

- conceito e representações
- leitura e escrita
- comparação de frações
- frações discretas e contínuas
- cálculo de fração de quantidade
- frações equivalentes
- simplificação
- operações com frações
- resolução de problemas envolvendo frações

. Porcentagem e Gráficos:

- conceito de porcentagem a partir das frações decimais
- cálculo de porcentagem através de frações equivalentes
- resolução de problemas envolvendo cálculos de porcentagem
- desenvolvimento de procedimentos e estratégias para coleta de dados e informações em pesquisa de diversas naturezas
- construção de procedimentos de apresentação de dados coletados
- construção, leitura e interpretação de diferentes tipos de representações gráficas (barra, linha, setores)

. Geometria: Medidas, Formas e Construções Geométricas
- conceitos: ponto, linha, superfície, vértice, aresta, ângulo
- linguagem geométrica
- polígonos
- triângulos e quadrilátero
- propriedades dos triângulos
- conceitos: escalas e simetria
- construções geométricas com o auxílio do compasso e do transferidor
- ampliação e redução de figuras
- sólidos geométricos

3) Como Avaliar: Instrumentos de avaliação

Existem diversos recursos  e práticas de ensino disponíveis que podem ser utilizados no momento da avaliação diagnóstica. Idealmente, selecione mais de um dos instrumentos abaixo :

.      Pré-teste;
.      Auto avaliação;
.      Observação;
.      Relatório;
.      Prova;
.      Questionário;
.      Acompanhamento;
.     Discussão em grupo;
.     Estudos de caso (análise de estudos de casos com o objetivo de identificar como o aluno responde à avaliação);
.  Fichas de avaliação de problemas (trabalhar com modelos de fichas de avaliação), etc.

A utilização dos instrumentos deve ser adequada ao contexto em que o professor se encontra. Por exemplo, aulas com muitos alunos inviabilizam a avaliação por observação ou  acompanhamento, enquanto que disciplinas práticas possibilitam esses instrumentos de avaliação.

Não se surpreenda se, ao analisar os resultados levantados na Avaliação Diagnóstica você tenha de fazer ajustes no Planejamento. Afinal, quando o Planejamento é criado, o aluno ainda não foi avaliado, e, portanto, o Planejamento é elaborado com base em um aluno “ideal”, e portanto, é um Planejamento longe da realidade dos alunos, pois o Professor o elabora baseado em  suposições e não em dados reais.

O fato é que, quando as aulas começam a situação mostra-se outra: alunos  com defasagens de aprendizado, com dificuldades em determinados conteúdos, e sem os pré-requisitos necessários para cursar aquela série.

E antes que você reclame que realizar a Avaliação Diagnóstica é uma “perda” de tempo porque você tem que “dar conta” do Planejamento até o final do ano, já lhe aviso: o objetivo maior que você deve cumprir é  criar todas as condições para que todos os alunos adquiram as competências necessárias de aprendizado e não apenas para cumprir o Planejamento.

Por isso mãos à obra: comece o planejamento pela Avaliação Diagnóstica. Já diz o ditado “Se você falha em não planejar, você com certeza, já planeja falhar”.  



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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

As aulas estão iniciando...

Processo de acolhimento das crianças e das famílias


Objetivos

- Envolver as famílias que chegam à escola pela primeira vez num clima de acolhimento, segurança, cuidado e afeto.
- Incluir as crianças na construção do espaço e do tempo da escola (rotina)
- Acolher as singularidades de cada criança e incluí-las no desenvolvimento das situações planejadas.
- Mediar as experiências da criança com a cultura

Conteúdos

- Inclusão das famílias no processo de adaptação
- Envolvimento das crianças na construção da rotina
- Respeito e valorização das singularidades das crianças
- Mediação das experiências da criança com a cultura

Idade
2 e 3 anos (a sequência pode ser adaptada para acolher crianças de até 5 anos)

Tempo estimado
Duas semanas

Materiais necessários
- Objetos para casinha, bonecas, carrinhos, giz ou fita crepe, massinha, papel para desenho, fantasias;
- Uma caixa de papelão;
- Uma foto de cada criança;
- Fotos ou desenhos de situações da rotina;
- Livros de literatura infantil.

Flexibilização
Para crianças com deficiência física

Para incluir crianças com deficiência física nos membros inferiores, o primeiro passo é garantir a acessibilidade dos espaços da creche. Faça um passeio com a criança pelas salas e áreas externas e apresente-a aos colegas. Deixe que as crianças interajam e conversem. Caso as crianças tenham dúvidas, como por exemplo "por que ele não anda?", responda de forma clara. Aproveite a oportunidade para contar a todos que a limitação motora do colega, de forma alguma o impede de fazer as atividades propostas, mas que, para algumas ações, ele pode precisar de ajuda. Explique isso à criança com deficiência física e mostre que ele pode recorrer a você ou aos colegas sempre que precisar. Conte com a ajuda da família para compreender melhor as necessidades e hábitos da criança. Procure manter objetos ao alcance dos pequenos e respeite o tempo de aprendizagem da criança.

Desenvolvimento
A adaptação começa antes da entrada da criança na escola. Solicite, portanto, aos familiares que preencham previamente uma ficha, ou então, realize uma entrevista com perguntas que retratem quem é a criança: seu nome, se possui irmãos na escola, suas brincadeiras preferidas, comidas que aprecia ou não, se possui objetos de apego, chupeta e o que costuma gerar conforto ou desconforto emocional (por exemplo, a resistência para relacionar-se com pessoas estranhas).

Ao ler as fichas e estabelecer um primeiro contato com as crianças inicie o planejamento.

1º dia

Organize o ambiente contemplando, também, as preferências observadas nos relatos das famílias: por exemplo, um canto de casinha com carrinhos de boneca e bonecas; um outro, com carrinhos e algumas pistas desenhadas no chão com giz ou fita crepe; um canto com massinha ou materiais para desenho. O tempo de permanência da criança na escola pode ser aumentado gradativamente, mas é importante que nos primeiros dias uma pessoa de sua referência afetiva permaneça o tempo que for necessário próximo dela, mesmo que seja em outro lugar que não seja a sala de aula.

Já neste primeiro dia mostre que houve interesse em conhecer a história de cada um, faça comentários do tipo: "João, sua mãe me contou que você gosta muito de bola, você viu que aqui nesta sua escola você pode brincar de futebol? Veja quantas bolas separei para você, quer brincar comigo?", ou: "Marina, eu já sei que você adora massinha, vamos fazer um bolo e uma festa com seus novos colegas?".

No encerramento dessa proposta, anuncie para as crianças o que será feito a seguir. Faça um passeio pela escola e apresente os espaços e pessoas que pertencem a este lugar. Em seguida, apresente uma brincadeira cantada para as crianças e os pais. No final do dia faça uma roda de conversa com as crianças e relembre o que observou de mais significativo do movimento do grupo; narre algumas cenas que revelaram envolvimento, interesse e anuncie o que viverão no dia seguinte.

Solicite aos pais uma foto da criança para que seja organizado um canto do grupo na sala de aula.

Avaliação Observe e registre posteriormente as crianças que mais se envolveram com as propostas e as mais resistentes à aproximação dos adultos para pensar em formas de convite e construção de vínculos nas próximas situações.

2º dia

Organize os cantos de atividades diversificadas de desenho, massinha, jogos e fantasias e compartilhe com as crianças as opções que terão neste dia. Procure circular pelos diferentes cantos e participe das situações junto com os pequenos.

Num outro momento, apresente para as crianças o canto que foi escolhido para colocar as suas fotos e envolva-as nesta situação. Crie um contexto de interação neste momento: ao colocar as fotos no painel cante músicas com os nomes das crianças ou então faça uma brincadeira referindo-se a algumas características físicas ou ações observadas no dia. Por exemplo: "esta menina que vou mostrar agora brincou muito de bola, comeu muita banana e está ao lado do Lucas. Quem será?"

Faça a leitura de uma história e mostre onde será o canto de livros do grupo.

No final, apresente uma caixa onde ficarão os objetos trazidos pelas crianças de casa.

Solicite aos pais que façam um desenho com seus filhos e tragam no dia seguinte para ser colado nesta caixa. Se possível tire uma foto do grupo para identificar este objeto que será de todos.

Avaliação Observe a movimentação das crianças nos cantos e a forma de envolvimento com as propostas. Anote como foram as reações daquelas crianças mais caladas, das que resistem aos contatos, ou mesmo daquelas que demonstram certa euforia diante de tanta novidade.

3º dia

Faça mais uma vez a brincadeira com as fotos das crianças e com as músicas "A canoa virou"; "João roubou pão". Proponha mais uma vez os cantos de atividades diversificadas de massinha, casinha, pistas de carrinhos e bichos.

Monte com as crianças a caixa onde ficarão seus objetos e escolham um canto onde ela ficará guardada.

Compartilhe mais uma leitura e guarde mais um livro na biblioteca que será do grupo.
Encerre o dia recuperando oralmente o que foi vivido pelas crianças e anuncie algo que as aguardará no dia seguinte. Faça também um clima de surpresa, de expectativa para as novas experiências.

Avaliação Invista na interação com as crianças que demonstram maior dificuldade e resistência. Chame-as para pegar algum material com você para a organização do ambiente, sente-se ao lado para fazer um desenho, faça você um mesmo um desenho ou escultura de massinha para que leve para casa e observe as reações a estas formas de convite. Não se esqueça de que aquelas crianças que aparentemente estão achando que tudo é uma "festa", merecem um olhar especial, um colo, momentos de atenção para se entregarem às propostas e para compreenderem o que está acontecendo com elas.

4º dia

Receba as crianças com os cantos de atividades diversificadas (no mínimo 3). Faça mais uma vez a brincadeira com as fotos. Apresente em forma de desenho ou por meio de fotografias das crianças, cada situação da rotina (o professor deve organizar este material previamente). Converse com as crianças o que fazem em cada momento e organize junto com elas a sequência temporal das atividades. Diga que essas fotos ou desenhos ajudarão a saber o que farão na escola e que logo após o lanche ou então da brincadeira no parque, por exemplo, seus pais voltarão para buscá-las. Cole o quadro da rotina num lugar de fácil acesso para as crianças.

Avaliação Ao anunciar os momentos que retratam a rotina, diga às crianças que ainda choram e demonstram sofrimento em estar neste novo ambiente, quais são as situações que viverão e quando será o momento de reverem as pessoas de sua família todos os dias. Observe as reações e sempre que chorarem recorra a esta estratégia para ajudar a tranquilizar as crianças.

5º dia

Receba as crianças em roda e conte que escolheu montar os cantos que mais gostaram no decorrer da semana. Quando encerrar, recorra ao quadro da rotina para situar o que farão a seguir. Faça mais uma leitura e guarde mais um livro na biblioteca do grupo. Comente que, aos poucos, conhecerão muitas histórias. Em seguida, mude a atividade e faça com o grupo uma salada de frutas (se possível, peça no dia anterior que cada criança traga de casa uma fruta). Ou então, no lanche, faça um piquenique no espaço externo da escola.

Encerre o dia com uma brincadeira. Conte que ficarão dois dias em casa sem vir para a escola, mas que muitas novidades as aguardam na próxima semana. Fale que brincarão muito e que o professor estará sempre presente quando precisarem de algo.


Avaliação 

Ajude as crianças mais resistentes à aproximação a transformarem sentimentos em palavras. Reconheça os desafios ainda existentes, mas reafirme que na próxima semana estará novamente na escola para recebê-las e investigar quais são as brincadeiras e outras situações que lhes farão se sentir bem neste ambiente. Se possível, empreste algum livro ou brinquedo e peça para que cuide bem e traga novamente para a escola na próxima semana. Isso ajudará neste processo de construção de vínculo com a escola e com o educador.

Consultoria Clélia Cortez
Formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Passeata Internet Segura



Passeata Internet Segura

 Contagem regressiva para a Passeata Virtual Internet Segura, uma ação mundial criada pela rede INSAFE, que agrupa organizações que trabalham na promoção do uso consciente da Internet nos países da União Europeia. No Brasil, é apoiada pelo Instituto Paramitas, Safernet e outras organizações. Saiba mais, acessando o site oficial http://www.diadainternetsegura.org.br/site/sid2012.

É muito importante que a escola estabeleça uma relação de confiança e orientação para que os alunos aprendam a navegar na internet com segurança e saibam que podem sempre contar com o professor toda vez que tiverem qualquer dúvida sobre como devem se comportar diante das diferentes situações apresentadas nos inúmeros ambientes da internet.

Pensando na segurança dos usuários da internet, foi criada a Passeata Virtual Internet Segura, um evento anual, em que você pode participar deixando sua mensagem de mobilização, divulgando ações que realiza ou materiais de apoio. Os debates podem continuar em nosso grupo de discussão no Facebook.

O lema deste ano é: "Conectando gerações e ensinando uns aos outros: descobrindo o mundo digital juntos... com segurança".

O Instituto Paramitas, em parceria com a em Parceria com a Child Protection Partnership (CPP) do Canadá e a Plan Brasil, desenvolveu o game Galáxia Internet, um jogo educativo e totalmente interativo, direcionado para crianças, que contribui para que eles reflitam sobre o uso seguro da internet.

O Galáxia Internet trata de temas como:

- Pesquisas na internet – como saber se a fonte de informações é segura ou se um site é oficial e contém dados verdadeiros e confináveis;

- Uso seguro da Web em lan house – dicas como não salvar arquivos pessoais, como fotos, textos ou senhas nos computadores da lan house;

- Vírus – ensina como evitar que vírus entrem em seu computador, como detectar e-mails suspeitos, como filtrar as mensagens e migrá-las para spam.

- Msn, Skype, redes sociais, chats – dicas como somente aceitar na sua lista de contatos pessoas que você de fato conhece e evitar aceitar perfis suspeitos. Nos bate-papos, nunca passar dados pessoais como telefone, endereço ou senhas.

- Fotolog - evitar colocar fotos que divulguem sua vida pessoal, como sua casa, família ou escola nesses blogs fotográficos e de acesso público.

O evento começa dia 07 de fevereiro! Acesse o site da Passeata Virtual Internet Segura e fique ligado no relógio!






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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Livro os 12 Erros que os Pais Cometem

*Roseli Brito

Este E-book não pode ser alterado no todo ou em parte sem a expressa permissão por escrito da autora.
Não encoraje a pirataria eletrônica permitindo que material protegido seja alterado.
Sua ajuda em assegurar os direitos da autora é altamente apreciada.
Este material foi desenvolvido com o objetivo específico de aprimorar as habilidades dos Pais, Educadores e todos aqueles que lidam com a Educação de crianças e jovens no dia a dia.
Você pode distribuir este E-book livremente entre seus amigos, conhecidos, e todos aqueles que você saiba que precisa de ajuda na educação dos filhos.

ÍNDICE

- Introdução...04


- No. 1: Mantenha os filhos longe dos conflitos dos adultos..07


- No. 2: Ensine os filhos a serem responsáveis pelos próprios atos..08


- No. 3: Oferecer aos filhos opções de escolha..09


- No. 4 : Focar nas habilidades dos filhos e não nas fraquezas..11


- No. 5: Mantenha suas promessas..13


- No. 6: Ensine os filhos que eles não estão neste mundo à passeio...14


- No. 7: Ensine os filhos a aprender com os próprios erros...15


- No. 8: Seja consistente com as regra...17


- No. 9: Oriente seu filho, jamais faça por ele..18


- No. 10: Pare, preste atenção e ouça..19


- No. 11: Faça o que eu digo, e faça o que eu faço...20


- No. 12: Quais os valores da sua Família?...21


- Conclusão...22


- Sobre a Autora…23


- Recursos…23

*ROSELI BRITO
Coach de Pais e Família
Psicopedagoga
Neuroeducadora
Há 16 anos ajudo os Pais a encontrar soluções e estratégias que funcionam na
educação dos filhos.  As crianças e jovens não vem com manual de instrução, por isso posso ajudar você a criar um passo a passo que funcione para a sua Família. Os Pais são ajudados através de Artigos, Livros, Cursos, Palestras e Coaching (Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades.
O coach (treinador, numa tradução à letra) atua encorajando e/ou motivando o seu cliente, procurando transmitir-lhe capacidades ou técnicas que melhorem as suas capacidades profissionais ou pessoais, visando a satisfação de objetivos definidos por ambos, considerando ideias como a de que o simples fato de compartilhar pensamentos/ideias que estão soltos e poder organizá-los, transformando em uma meta desafiante com um Plano de Ações pode levar a concretizar antigos sonhos.

Se você tem interesse em copiar ou imprimir esse E-book (livro digital) basta clicar aqui.

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Créditos Template http://cantinhodoblogger.blogspot.com/ By Cris Duarte/março de 2010