sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Dia Nacional da Saúde
A data é importante: 5 de agosto,
Dia Nacional da Saúde. O que nem todos sabem é que foi escolhida em homenagem
ao médico sanitarista Oswaldo Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872 e foi
pioneiro no estudo de moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil.
O dia mundial da saúde foi criado
em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de
seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como
alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição
de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das
mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.
É necessário que informações
acerca da higiene, doenças, lixões, aterros sanitários, dentre outras, cheguem
à população, pois dessa forma o governo faz um trabalho preventivo, melhorando
a saúde da população e diminuindo gastos com a saúde pública.
Sendo de responsabilidade dos
governantes, a saúde pública deve ser levada a sério tanto pelos municípios,
estados e governo federal. Esses devem cuidar de aspectos ligados às suas
responsabilidades, capacidades e verbas.
O saneamento básico é um desses
aspectos para se manter a saúde de uma população, pois garante que a água
tratada chegue até nossas casas e que as redes de esgotos estejam devidamente
encanadas, diminuindo os riscos de contaminação por bactérias.
Campanhas de vacinação também é
uma forma preventiva de cuidar da saúde das pessoas, pois através delas é
possível evitar doenças e epidemias entre as pessoas.
Participar de pequenas
associações também é uma forma de buscar informações sobre a manutenção da
saúde, pois estas estão diretamente ligadas a governantes, que devem assumir
tais responsabilidades; promover discussões e reflexões visando maior amplitude
do tema, buscando soluções para manter o saneamento ambiental, garantindo o
desenvolvimento social e econômico de um país.
Outra forma de garantir a saúde
de um povo é dando-lhes condições dignas de trabalho, a fim de proporcionar
ganhos o suficiente para manter uma alimentação de qualidade. Através de uma
boa alimentação as pessoas adquirem uma forma saudável de manter a saúde
própria, evitando despesas com planos de saúde e remédios.
Por
Jussara de Barros
Graduada
em Pedagogia
Equipe
Brasil Escola
Hoje é o dia nacional da Saúde,
mas não é só neste dia que devemos cuidar dela. Aí vão algumas sugestões para
cuidar dela.
1.Relaxe: O estresse é o grande
vilão, ajuda a envelhecer as artérias e pode trazer sérios problemas para
saúde. Se cobre um pouco menos, faça amigos e sorria...enfim, relaxe...
2.Suba escadas: Tenha uma vida mais
ativa, não se acomode no sofá, use menos o carro, vença a preguiça.
3.Alimentação: Tenha uma dieta
equilibrada, rica em frutas, verduras e cereais integrais, pois os mesmos
contém vitaminas, minerais, energia, fibras e também possuem agentes
antioxidantes, que podem retardar o envelhecimento celular, nos proporcionando
saúde e bem estar.
4.Leia e estude: Leia muito, cultive
e desenvolva o prazer da leitura, faça cursos, informe-se das coisas, acompanhe
os noticiários, faça jogos que estimulem o raciocínio.
5.Pratique exercícios: A prática
regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob
todos os aspectos do organismo. Do ponto de vista músculo-esquelético, auxilia
na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos
ossos e das articulações. No caso de crianças, pode ajudar no desenvolvimento
das habilidades psicomotoras.
6.Dormir: Durma o número de horas de que o
seu corpo precisa. Se o seu relógio biológico exige seis ou oito horas, você
saberá disso melhor do que ninguém. Respeite o seu ritmo para ter um rendimento
melhor.
7.Tome sol: Tomar pouco sol pode ser
tão prejudicial quanto o sol em excesso. Não é preciso se bronzear para
produzir a vitamina D. É suficiente andar na rua com os braços a mostra ou
fazer caminhadas durante 15 a 30 minutos 2 a 3 vezes por semana.
8.Beba água: A quantidade adequada
para cada um é variável, devemos beber água sempre que sentirmos sede.
O cuidado com a saúde é um hábito
que todos devem ter. É importante lembrar de nossa saúde diariamente!
http://personal-saude.blogspot.com
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Toda Criança pode aprender!
Na famosa obra de Paulo Freire “Pedagogia do Oprimido”, o educador afirma que um dos pilares que devem nortear a comunicação educador-educando é a fé nos homens: “Fé no seu poder de fazer e de refazer. De criar e recriar. Fé na sua vocação de ser mais, que não é privilégio de alguns eleitos, mas direito dos homens”. Alinhando-me com o pensamento do pensador pernambucano, sou da opinião de que este é um dos fatores fundamentais para discernir a verdadeira vocação de educador.
Quem não acredita que qualquer criança pode aprender independentemente de suas condições sociais, econômicas e culturais, é melhor que procure outro caminho de auto-realização profissional. Evidentemente, podem existir fatores inibidores da aprendizagem, mas se a fé na capacidade do aluno for mais forte que esses inimigos educacionais, sempre será possível encontrar alternativas otimistas que os superem. Mas que inibidores são esses que podem afetar o processo de aprendizagem?
Podemos dividi-los em dois grupos: os de ordem macroestrutural e os de ordem psico-pedagógicos. Os primeiros podem ser um sistema escolar inadequado ao alunado; a ausência da boa autoridade do diretor e da autonomia escolar; a omissão dos pais na educação; a lotação causada por excesso de alunos nas salas de aula; disparidades entre as idades dos estudantes e os anos escolares; enfraquecimento da disciplina; ambiente escolar pouco harmonioso; poucas perspectivas de vida dos alunos.
Já os complicadores da aprendizagem de ordem psico-pedagógica se encontram em possíveis deficiências, tanto por parte dos professores quanto dos alunos, nas três fases do processo de aprendizagem: aquisição, retenção e generalização do conhecimento.
Naturalmente, os inibidores do primeiro grupo são, com frequência, responsáveis pelo fracasso na aprendizagem em um grau muito maior do que os do segundo grupo, e são normalmente as principais fontes do desânimo do corpo docente.
Mas perguntemo-nos: o professor que vibra de verdade com a missão de educar e que tem fé na capacidade de todos os alunos de aprender, não poderá suplantar, pelo menos em parte, essas dificuldades da educação, que são mais exógenas, com alternativas mais endógenas? Sou da opinião de que isto é possível. Vejamos como.
Examinando cada fase do processo de aprendizagem, vamos refletir em possíveis estratégias desafiadoras para cada uma. Comecemos como dizíamos, pela aquisição do conhecimento. Obviamente, o pré-requisito sine qua non para que haja sucesso nesta fase é o colégio atrair um bom professor, isto é, alguém com verdadeira vocação docente.
Quando esta existe, o professor, além de sentir a motivação intrínseca de aprofundar sempre mais no conteúdo de sua matéria e de encontrar formas inovadoras de comunicá-lo, tem um olhar antropológico correto e profundo. Sabe enxergar cada criança como única e irrepetível, com seus ritmos próprios, com temperamentos e afetos únicos, com virtudes a potencializar e defeitos a vencer, contando com estratégias de aprendizagem personalizadas.
É verdade que possuir este olhar arguto no meio da dinâmica agitada de uma sala de aula nem sempre é possível. Por isso é muito recomendável que haja um recurso de comprovada eficácia em muitas escolas de sucesso: a chamada preceptoria, atividade de acompanhamento individualizado do estudante por um tutor, em períodos extraclasse, nos quais há oportunidade de conversar com cada aluno em separado, ensinando-lhe os modos de estudar especificamente para cada matéria, organizar melhor seus deveres escolares, esforçar-se por melhorar seu caráter, aproveitar melhor o tempo fora da escola, vencer os defeitos de socialização, etc...
Naturalmente, para atrair e reter um professor deste gabarito, sua remuneração salarial deverá refletir a sua dedicação, pois só assim as verdadeiras vocações docentes poderão desabrochar.
Para potencializar a retenção do conhecimento — segunda fase da aprendizagem —, o bom professor e o bom aluno não poderão abrir mão de duas coisas essenciais: o esforço do estudo sério e a boa socialização. Por mais que, hoje, as possibilidades dos recursos de comunicação e de informação sejam enormes, não podemos nos enganar pensando que substituirão o homem — pelo menos os homens sérios.
Está mais do que comprovado que a lição de casa composta de uma lista de exercícios das diferentes matérias, de níveis paulatinos de exigência, de leituras substanciais, de pesquisas bem orientadas, promove a retenção do conhecimento em grau muito maior do que a simples utilização de tecnologia.
Já foi evidenciado que feiras, projetos científicos, trabalhos escolares e similares são incomparavelmente mais eficientes na motivação dos alunos e na conquista da maturidade adequada do que horas e horas nas redes sociais ou numa diversão insignificante.
Por fim, é preciso almejar que os alunos conquistem a terceira fase: a generalização do conhecimento. Que saibam relacionar o estudo com o mundo real. Que aprendam a associar as matérias entre si e a ter uma visão de conjunto. Que exercitem o raciocínio lógico e a memória. Que consigam a interiorização dos valores e dos princípios que os ajudará a tomar as decisões acertadas.
Como conseguir todo este bonito ideal? Com exercícios constantes de reflexão e práticas culturais. Não existe nada que favoreça tanto a aprendizagem como a leitura dos clássicos. Nada produz mais fruto intelectual que discutir um filme de conteúdo. Nada enriquece mais o espírito e a transcendência que uma boa visita guiada a um museu histórico de valor.
Como vemos, soluções existem para que toda criança aprenda. O que falta, então? Talvez fé por parte de nossos governantes. Fé nos fins ou nos meios da educação? Opino que nos fins (aprender), porque quando estes faltam nunca se quer os meios!
Fonte: Escola de Sagres
Tweetquarta-feira, 3 de agosto de 2011
Abuso Sexual Infantil – Supernecessário saber…
É difícil para a maioria das pessoas imaginar um adulto tendo prazer sexual com uma criança, mas a realidade que nos cerca cada vez mais está mostrando como isso é real, doloroso e deixa marcas severas na vida dos envolvidos.
Algumas das frequentes perguntas que surgem a respeito do assunto com suas respostas podem ajudar a esclarecer algumas questões sobre o abuso sexual infantil.
Qual a definição de abuso sexual infantil?
Muitos pensam que abuso sexual infantil é ter uma relação sexual completa com uma criança, mas a definição é muito mais ampla do que isso. Podemos caracterizar o abuso como: tocar a boca, genitais, bumbum, seios ou outras partes íntimas de uma criança com objetivo de satisfação dos desejos; forçar ou encorajar a criança a tocar um adulto de modo a satisfazer o desejo sexual. Fazer ou tentar fazer a criança se envolver em ato sexual.
Forçar ou encorajar a criança a se envolver em atividades sexuais com outras crianças ou adultos. Expor a criança a ato sexual ou exibições com o propósito de estimulação ou gratificação sexual. Usar a criança em apresentação sexual como fotografia, brincadeira, filmagem ou dança, não importa se o material seja obsceno ou não.
Quais são as principais estatísticas que existem sobre o assunto?
O número de crianças e adolescentes abusados sexualmente no Brasil é cada vez maior, mas só uma minoria apresenta queixa. Isso se dá devido ao grande trauma psicológico acarretado e também porque muitas vezes o abusador mantém algum grau de parentesco com a vítima, quando não é o próprio pai ou padrasto, o que gera medo de retaliação.
As estatísticas brasileiras a respeito de abuso sexual infantil estão defasadas, faltam verbas, falta preparo de quem acolhe as denúncias, faltam mais pesquisas. Em 2008, o Disque 100 recebeu cerca de 25 mil denúncias. Em 2008, a SaferNet Brasil, uma organização de combate à pornografia infantil na internet, recebeu 42.122 denúncias sobre abuso. Assim mesmo, sem muitas estatísticas, os números são alarmantes, e têm crescido a cada ano por haver mais esclarecimento sobre o assunto, por haver mais divulgação, mas também pela maior possibilidade de acesso às crianças.
De que forma a criança pode demonstrar aos pais ou responsáveis que sofreu abuso?
Os principais sinais que a criança pode mostrar e podem ser observados pelos pais, professores ou outro cuidador da criança são: conhecimento ou comportamento sexual fora do esperado. Mudanças no comportamento como perda do apetite, pesadelos, medo de dormir, se afastar das atividades rotineiras. Afastamento dos amigos. Voltar a fazer xixi na cama. Chupar o dedo. Dificuldade de concentração na escola. Medo de alguma pessoa, ou pânico de ser deixada em algum lugar ou com alguém. Comportamento agressivo ou perturbador, delinquência, fuga de casa ou prostituição. Comportamentos autoagressivos. Irritação genital ou sangramento, inchaço, dor, coceira, cortes ou arranhões na área genital, vaginal ou anal.
Qual deve ser a postura dos pais?
Em primeiro lugar, não entrar em pânico. Muitas vezes, os pais já até tinham algum “pressentimento” sobre determinada pessoa, mas não deram a devida atenção à sua percepção. A criança pode ter medo de contar aos pais ou familiares, pois muitas vezes o abusador faz ameaças a ela ou aos seus queridos. Se a criança conseguir contar aos pais, atenção! Acreditem, dificilmente uma criança inventa histórias dessa natureza. Conforte a criança. Explique que não foi culpa dela. A culpa é do abusador e ele fez algo muito errado. Deixe a criança saber que você sente pelo que aconteceu. Fale a ela que você vai fazer de tudo para que isso não aconteça novamente. Leve a criança e a família para um aconselhamento ou terapia.
Quais as principais sequelas do abuso sexual infantil e como tratá-las?
As principais consequências são:
Confusão – A criança pode achar que é normal porque o abusador disse que é, mas é confuso por que ele também falou para não contar para ninguém.
Culpa – Por não ter feito nada para parar o abuso; porque às vezes podia sentir algo bom; sentia que recebia coisas especiais por fazer aquilo; acha que fez algo para que o abuso acontecesse; é tão má que mereceu o abuso.
Medo – De ter sofrido um dano físico irreparável; de ser descoberto pelos outros; de que só de olhar para ele saberão que é mau.
Raiva – Do abusador; de si mesma, por não parar o abuso, ou por gostar; do pai/mãe que não a protegeu de ser abusada pelo pai/mãe; pode parecer uma criança passiva e submissa, mas está explodindo por dentro; pode descarregar sua raiva maltratando animais ou crianças menores
Perda da confiança – Nos pais; nos adultos.
Se isso aconteceu com alguma criança que você conhece, busque ajuda especializada. Leigos no assunto com frequência machucam mais do que ajudam.
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