segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO





Oração de Ano Novo

Senhor Deus, dono do tempo e da eternidade, teu é o hoje e o amanhã, o passado e o futuro.

Ao acabar mais um ano, quero te dizer obrigado por tudo aquilo que recebi de Ti.

Obrigado pela vida e pelo amor, pelas flores, pelo ar e pelo sol, pela alegria e pela dor, pelo que é possível e pelo que não foi.

Ofereço-te tudo o que fiz neste ano, o trabalho que pude realizar, as coisas que passaram pelas minhas mãos e o que com elas pude construir.

Apresento-te as pessoas que ao longo destes meses amei, as amizades novas e os antigos amores, os que estão perto de mim e os que estão mais longe, os que me deram sua mão e aqueles que pude ajudar, os com quem compartilhei a vida, o trabalho, a dor e a alegria.

Mas também, Senhor, hoje quero Te pedir perdão.

Perdão pelo tempo perdido, pelo dinheiro mal gasto, pela palavra inútil e o amor desperdiçado.

Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito, perdão por viver sem entusiasmo.

Também pela oração que aos poucos fui adiando e que agora venho apresentar-te, por todos meus olvidos, descuidos e silêncios, novamente te peço perdão.

Nos próximos dias começaremos um novo ano. Paro a minha vida diante do novo calendário que ainda não se iniciou e Te apresento estes dias, que somente Tu sabes se chegarei a vivê-los.

Hoje, Te peço para mim, meus parentes e amigos, a paz e a alegria, a fortaleza e a prudência, a lucidez e a sabedoria.

Quero viver cada dia com otimismo e bondade, levando a toda parte um coração cheio de compreensão e paz.

Fecha meus ouvidos a toda falsidade e meus lábios a palavras mentirosas, egoístas ou que magoem.

Abre, sim, meu ser a tudo o que é bom.

Que meu espírito seja repleto somente de bênçãos para que as derrame por onde eu passar.

Senhor, a meus amigos que leem esta mensagem, enche-os de sabedoria, paz e amor. E que nossa amizade dure
para sempre em nossos corações.

Enche-me, também, de bondade e alegria, para que todas as pessoas que eu encontrar no meu caminho possam descobrir em mim um pouquinho de Ti.

Dá-nos um ano feliz, e ensina-nos a repartir felicidade.

Amém.


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Mensagens para o Reveillon


Anote os ingredientes para um Ano Novo Feliz e Próspero.
Dê amor e carinho e receberá igual ou mais... Tenha a paz no seu coração e voará tão alto que jamais será alcançado (a) pelo mal...

Brinde sem exageros e terá o equilíbrio, a vida...

Creia que é capaz e alcançará seus objetivos. Acredite... Uma boa ideia se transformará numa realização...

Preserve a própria vida e respeite a vida alheia.

Economize, mas com sabedoria. Não deixe de viver a vida por economia a pouco dinheiro e nem se venda por ele.

Ame com intensidade. Não tenha medo de alcançar as estrelas.

E o mais importante dos ingredientes...
Encontre-se com Deus todos os dias... Assim tudo se tornará muito mais simples e o seu ano será Iluminado!

Feliz e Próspero Ano Novo!
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domingo, 30 de dezembro de 2012

Reflexão de Ano Novo - Viva Positivamente

Quando nos olhamos no espelho, sempre vemos marcas que o tempo se incumbe de nos ofertar; machucados por um acidente qualquer, linhas que o próprio tempo deixa, olhos que exprimem sofrimento, alegria, tristeza, satisfação, decepção, enfim, vemos a matéria, ou seja, o resultado de nossa vida em forma física... Isso, vemos em nós mesmos e podemos ver nos outros... 

Mas a alma... Ah... Isso somente nós podemos ver e sentir, quando se trata de nós mesmos.

Olhe para dentro de si e tente lembrar o que foi feito de bom ou ruim; procure repetir as coisas boas, muitas e muitas vezes...

Erros?

Não esqueça para não repeti-los...

Acontecimentos ruins involuntários esqueça e pense que no futuro virão muitas coisas boas e que  você será forte para enfrentar quaisquer situações complicadas ou embaraçosas que possam aparecer.

Seja positivo, afinal há o livre arbítrio e é você quem decide como quer viver a sua vida.

Escolha o melhor!

Desejo a você um Ano Novo repleto de SAÚDE, PAZ, FELICIDADE, AMOR e PROSPERIDADE.

Fonte: http://www.esoterikha.com
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sábado, 29 de dezembro de 2012

Oba PRESENTE...


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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Começar o Ano de Primeira...



"Dentro de alguns dias, um Ano Novo vai chegar a esta estação.

Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro.

Procure um lugar próximo à janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.

Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.

Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.

Desdobre o mapa e planeje roteiros.

Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito dos deuses.

Nos dois dias anteriores a 31 de dezembro faça sua pipa com carinho.

Durante todas as fases do trabalho, repita em voz baixa o que você deseja que lhe aconteça no ano que vai se iniciar.

No primeiro dia do novo ano, empine sua pipa e mentalize que ela vai levar seus pedidos aos céus.

Muita Motivação e Entusiasmo para o Ano Novo que está chegando! 

Feliz Ano Novo!"
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Que seja Natal todos os dias



“Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?" "Jesus". Livro dos Espíritos, questão 625.

A magia da cor está no ar, verde, vermelho e luzes multi coloridas enfeitam a paisagem do orbe terrestre.

Compras vão e vêm, prazos e metas a cumprir, estresse e ansiedade na corrida para o Natal e o Ano Novo. E todo ano é assim.

As vibrações transformam de fato o dia a dia dos estagiários deste orbe em tempos tão festivos e coloridos. Podemos aproveitar deste cenário e destas vibrações para nutrirmos nossa mente, nosso coração, nosso espírito ainda errante. Em Roma do Imperador Aureliano no ano de 274 D.C., comemorava-se o Natalis Solis Invicti – renascimento do sol.

A igreja católica não tardou a contrapor e criou o Natal de Cristo, o verdadeiro sol da justiça, oficializado em 440 no dia 25/12. Com o intuito de arrebatar os pagãos ao catolicismo.

O tempo passou, a festa cresceu e junto com as aquisições intelectuais veio o consumismo exacerbado e os excessos de toda ordem.

Chega então o Ano Novo, aleluia. Tudo recomeça novas oportunidades, acabou a dor e a tristeza do ano que se findou, no entanto, nada muda se seguirmos com os conceitos antigos e com as práticas habituais. Vamos recomeçar?

Temos um lar, também o alimento, temos uma família, atenção não nos falta, carinho e amor também temos. Temos a saúde, a fé e a esperança em dias melhores. Louvamos ao Senhor pela oportunidade bendita do estágio na escola terra. Que alegria servirmos e sermos servidos.

Temos fé, nossa que bom. E a esperança aliada a vontade de melhorar nos move rumo ao aprendizado. Senhor vos suplicamos – tende piedade de nós. Nós que somos tão necessitados de indulgência, ensine-nos a perdoar aos ofensores.

Ensina-me Senhor a sorrir, a servir, a amar e a calar. Por misericórdia Pai, ajude-me a extirpar o egoísmo e o orgulho – causa de todos os meus males.

Lembro-me do seu ensinamento quando por Matheus nos alertou: vigiai e orai para não serdes experimentados, porque o espírito está pronto, mas a carne, ainda é fraca. E quando deixo meus impulsos primitivos tomar conta de mim, me desconheço, me transformo – que vergonha sinto de mim.

Então percebo o quanto o homem velho está presente em mim, cheio de conceitos e preconceitos equivocados. Pai ajude-me a matar o homem velho, vos imploro quão pequeno sou. Tudo ao meu tempo, tudo a minha forma e na menor contrariedade o ser primitivo em mim grita.

Ao admirar a beleza da paisagem enfeitada de cor, luz e alegria me fazem pensar no meu irmão que não tem um teto, na criança que não tem pai, na família que não tem o sustento financeiro e me pergunto – qual o sentido do Natal para eles? A fome faz doer a barriga, a autoestima está baixa pelas dificuldades e a vergonha toma o ser peregrino no orbe de aprendizado. Anda de cabeça baixa, olhos voltados ao chão e quando se dirige a mim, vejo que não tem brilho, não tem alegria, não tem esperança.

E eu, voltado aos excessos e as convenções sociais no orgulho latente de fazer por mim primeiro. De que adianta estourar o meu cartão, encher uma mesa de comida e bebida se o meu coração pede mais. Pede para que eu olhe além de mim. Pede misericórdia e compaixão aos desvalidos da própria sorte.

O que posso fazer pelo outro? Como ajudá-lo?

E então Senhor envergonhado volto para ti na súplica para que o novo homem renasça a fim de semear o amor, a esperança e a alegria onde tiver dor e lágrima. 

Ensina-me ó Pai a semear o amor, me ensina a ser cristão. Ensine-me a fazer ao outro o que desejo a mim. Ensina-me Jesus de Nazaré a semear o amor, a fé, a esperança e a paciência em meu lar, morada primeira do meu espírito aprendiz. 

Ensina-me a olhar o que penso ser meu inimigo com compaixão e solidariedade.

Ensina-me ó Pai a fazer uma prece de todo o meu coração, pois o disseste em Mateus que tudo o que pedi, obterei e então porque eu não obtenho?
Não sei pedir? Não mereço?

É preciso colocar o coração a ação? É preciso fazer o bem sem olhar a quem? É preciso fazer sem esperar receber nada em troca?

De joelhos Senhor o louvo na oportunidade bendita da redenção e com o coração ao alto vos agradeço pelo que tenho, pelo que recebo e pela vontade, ainda que pequena de fazer o bem, de aprender a ser bom, de semear a luz para não ficar na escuridão da alma. Quiçá Senhor, na ignorância de mim mesmo.

Que seja Natal todos os dias, que sejam todos os dias iluminados e coloridos em nosso coração, em nossa mente, em nosso lar, em nosso trabalho e em todos os lugares que somos convidados a conviver.

Que eu possa ver a tua imagem Jesus na figura do meu ofensor, podendo assim me calar e perdoar quando o meu orgulho estiver ultrajado.

Que eu possa como bem tratado por André Luiz, dispensar aos meus familiares a mesma cordialidade que dispenso aos amigos.

Que possa ser eu honesto em meus propósitos, em meus compromissos. Que eu desenvolva o bom olho de ver.

Que eu possa aprender o valor do sorriso e da gratidão. Que eu aprenda Senhor, o amor incondicional, aquele de fazer o bem sem olhar a quem.

E então seguindo as passadas do modelo maior que Deus nos enviou, possa rumar triunfante ao meu destino – a perfeição.

Somente assim ouvirei no imo d’alma e entenderei a saudação inesquecível dos anjos, na noite excelsa:
‘Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens de boa vontade’ (Lc 2,14)

- Vivendo um Natal de bênçãos por amor a Jesus.

Autor: Rosângela Pires
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL!!

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Que nessa noite o seu enorme coração
se encha de paz e muito amor,
um clima de sonho se espalha no ar,
pessoas se olham com brilho no olhar,
a gente já sente chegando o Natal
é tempo de amor, todo mundo é igual.
Os velhos amigos irão se abraçar,
os desconhecidos irão se falar,
e quem for criança vai olhar pro céu
fazendo pedido pro velho Noel.
Se a gente é capaz de espalhar alegria,
se a gente é capaz de toda essa magia,
eu tenho certeza que a gente podia
fazer com que fosse Natal todo dia!
 Um jeito mais manso de ser e falar,
mais calma, mais tempo pra gente se dar.
Diz-me por que só no Natal é assim?
Que bom se ele nunca tivesse mais fim!
Que o Natal comece no seu coração,
que seja pra todos, sem ter distinção.
Um gesto, um sorriso, um abraço,
o que for O MELHOR PRESENTE É SEMPRE O AMOR.

FELIZ NATAL!!!!!


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domingo, 23 de dezembro de 2012

NATAL SOMOS NÓS



Natal somos nós quando decidimos nascer de novo, a cada dia, nos transformando.

Somos o pinheiro de natal quando resistimos vigorosamente aos tropeços da caminhada.

Somos os enfeites de natal quando nossas virtudes, nossos atos, são cores que adornam.

Somos os sinos do natal quando chamamos, congregamos e procuramos unir.

Somos luzes do natal quando simplificamos e damos soluções.

Somos presépios do natal quando nos tomamos pobres para enriquecer a todos.

Somos os anjos do natal quando cantamos ao mundo o amor e a alegria.

Somos os pastores de natal quando enchemos nossos corações vazios com Aquele que tudo tem.

Somos estrelas do natal quando conduzimos alguém ao Senhor.

Somos os Reis Magos quando damos o que temos de melhor, não importando a quem.

Somos as velas do natal quando distribuímos harmonia por onde passamos

Somos Papai Noel quando criamos lindos sonhos nas mentes infantis.

Somos os presentes de natal quando somos verdadeiros amigos para todos.

Somos cartões de natal quando a bondade está escrita em nossas mãos.

Somos as missas do natal quando nos tomamos louvor, oferenda e comunhão.

Somos as ceias do natal quando saciamos de pão, de esperança, qualquer pobre do nosso lado.

Somos as festas de natal quando nos despimos do luto e vestimos a gala.

Somos sim, a Noite Feliz do Natal, quando humildemente e conscientemente, mesmo sem símbolos e aparatos, sorrimos com confiança e ternura na contemplação interior de um natal perene que estabelece seu Reino em nós.

Obrigado Jesus!

Por vossa luz, perdão e compreensão.

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sábado, 22 de dezembro de 2012

SENTINDO O NATAL



 Mais uma vez chega o Natal... Desta vez, as ideias e palavras não aparecem e eu me permito apenas sentir...

Quantas sensações me invadem. O tempo passa rápido, Senhor, e as pessoas se afastam da paz e da harmonia que Teu nascimento oferece.

Sinto um cansaço perante o conviver cada vez mais individualista em que mergulha a humanidade. O coração da Terra sangra rebelde, devido a desigualdades étnicas e sociais em vários lugares do planeta. E, às vezes, parece que até a natureza se rebela em maremotos, furacões e febres, ou pelo fantasma de uma possível pandemia  à semelhança de um grito de socorro para tanta falta de amor...

Senhor é o dia de teu nascimento que chega, e acredito que uma das razões essenciais de termos o Natal é a necessidade de reconciliação e da prática do perdão.

Hoje, começo a compreender o que disseste ao apóstolo Pedro, quando este perguntou: "Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?" A Tua resposta foi: "Não te digo eu até sete, mas setenta vezes sete”.
  
Já houve um tempo em que esta metáfora me causava espanto e adaptá-la à vida era algo utópico. Mas, Senhor, olhando hoje o mundo e os homens, seus conflitos, seus desvios e intolerâncias, como ter paz sem perdão?

Por isso, Senhor, quero que este Natal seja, em especial, um momento de libertação interior, um momento de reconciliação comigo mesma, com minha família, com quem já me feriu e com a vida.
  
Que a flexibilidade e o equilíbrio se aliem à justiça em meus julgamentos para que eu possa, de verdade, festejar Teu nascimento.

E, se não for pedir muito, Senhor, que a esperança persista em muitos corações, para que a humanidade reconheça seus erros e possa se perdoar...
                      
 Elisabeth Salgado
                   
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A PRECE DA ÁRVORE DE NATAL!



       
Olho minha árvore de Natal. É linda!
       
Sua beleza não se deve apenas aos enfeites que durante uns bons anos fui acrescentando e que me lembram de lugares pelos quais passei. Sua beleza tem o jeito da infância, dos sonhos que mantive dentro de mim, tem o cheiro da família que criei. Sua beleza tem a ver com sua forma que me lembra de mãos juntas, palmas unidas, dedos colados a fazer uma prece...
       
Reflito sobre esta prece e deixo que os pensamentos fluam. Olho a árvore. A base é larga, com seus galhos maiores abertos embaixo e que, à medida que ascendem, vão afinando em ponta, como uma seta direcionada ao teto da casa. Ora, todas as árvores de Natal são assim, o que há de novo?!
           
A resposta tem a ver com o jeito de olhar, talvez. Meus olhos não se atraem pelas luzes e pelo brilho, mas para a prece que emana da árvore, uma prece que une chão e terra a Deus.
          
Tenho vontade de rezar como a árvore. Quieta, sem ser notada, porque todos prestam mais atenção às luzes e às cores que a cobrem do que a ela mesma.
            
Neste Natal, Senhor, quero agradecer estar junto das pessoas que me geraram, das que gerei e daqueles que foram gerados por elas; quero dizer que me sinto só e junto, ao mesmo tempo, e que isto é bom, não me assusta mais.
           
Neste Natal, Senhor, quero agradecer a mesa farta, as dificuldades que me fizeram crescer, as vitórias e realizações que me fortaleceram, a vida que sopra em mim, o amor e a paz que recebi.         

Tal como a árvore, que a cada ano é montada, por debaixo da roupagem de cores e luzes, existe o verde da esperança de que eu possa agradecer de novo no próximo Natal.
         
Senhor é hora de olhar para os lados e não só para cima, para a estrela e o violino que, junto ao anjo, enfeitam a ponta da árvore.         

É hora de pedir pelos que vivem comigo no chão da vida. Proteja-os e lhes dê força e entendimento para cuidarem bem de si e poderem cumprir sua missão na terra.
        
Paz, Senhor! Muita Paz a todos, neste Natal!
           

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

ESTATUTO DO NATAL


              
Art. I:
                
Que a estrela que guiou ou Reis Magos para o caminho de Belém guie-nos também nos caminhos difíceis da vida.
                      
 Art. II:
                
Que o Natal não seja somente um dia, mas 365 dias.
                      
 Art. III:
                
Que o Natal seja um nascer de esperança, de fé e de fraternidade.
                      
 Parágrafo único:
                 
Fica decretado que o Natal não é comercial, e sim espiritual.
                      
 Art. IV:
                 
Que os homens, ao falarem de crise, lembrem-se de uma  manjedoura e uma estrela, que como bússola, apontem para o Norte da Salvação.
                      
 Art. V:
                 
Que no Natal, os homens façam como as crianças: dêem-se as mãos e tentem promover a paz.
                      
 Art. VI:
                 
Que haja menos desânimos, desamores, tristezas. E mais confiança no menino Jesus.
                     
Parágrafo único:
                  
Fica decretado que o nascimento de Deus Menino é para todos: pobres e ricos, negros e brancos.
                      
 Art. VII:
                  
Que os homens não sigam a corrida consumista de "ter", mas volte-se para o "ser", louvando o Seu Criador.
                      
Art.VIII:
                  
Que os canhões silenciem, que as bombas fiquem eternamente guardadas nos arsenais, que se ouçam os anjos cantarem Glória a Deus no mais alto dos céus.
              
Parágrafo único:
                  
Fica decretado que todos devem poder dizer ao se darem as mãos:
                                              
Feliz Natal! ! !

(Ernest Sarlet)

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JESUS FOI COM TODA PUJANÇA O MESTRE POR EXCELÊNCIA



De todos os temas que tenho escrito, os mais fascinantes são quando discorro sobre Jesus. Ele que é a mais elevada expressão humana e a mais mencionada da História.

O Mestre foi, é e sempre será inspiração para os majestosos arranjos literários e, sobretudo para obras de arte (música, pintura, teatro, escultura, poesia). Nenhum vocábulo, fórmula poética, artística, filosófica e nenhum louvor em Sua memória conseguirá traduzir o que Ele representa para cada um de nós.

Ele é a avenida, a veracidade e a existência; nenhuma pessoa irá ao Criador, senão por Ele. Todos os milhares de volumes dos mais variados livros ditos sagrados Jesus resumiu em uma única citação que abrange toda a sabedoria e cultura terrestre - amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmos.

O seu desempenho foi o de colossal fanal, fulgurando nossas estradas e mostrando a todos como poderemos obter a felicidade. Foi um Educador por excelência, tanto que foi o único adjetivo que teve o seu apoio, o de Mestre.

É verdade! Jesus jamais aceitou qualquer outra qualificação, e o único título que admitiu foi o de ser chamado de Mestre. Verdadeiramente, Jesus foi com toda a pujança o Mestre por excelência. Translúcido como um cristal era o Seu caráter - e, no entanto, Ele continua sendo o maior enigma de todos os séculos.

Para alguns religiosos é entronado como uma divindade. O motivo pelo qual alguns consideram Jesus um Semideus, é a sua colossal elevação espiritual. Diante Dele, todos ficamos muito pequeninos, ressaltando-se as nossas deficiências e inferioridades. Perante o Mestre, somos tão nanicos que ele nos parece ser uma Divindade. Daí a confusão de alguns religiosos.

Um dos mandamentos inesquecíveis de Jesus está contido no Sermão da Montanha. Nessa belíssima lauda, avaliada por Mahatma Gandhi como a mais pura essência do cristianismo a ponto de o Iluminado da Índia pronunciar que se um cataclismo extinguisse toda a sabedoria humana, com todos os seus livros e bibliotecas, se restasse apenas o Sermão da Montanha, as gerações futuras teriam nele toda a beleza e sabedoria necessárias para a vida.

Jesus é o redentor, o consolador, o diretor planetário, o Profeta, o Mestre. Não adulava os poderosos e não oprimia os excluídos sociais. Não repudiava "madalenas" nem apedrejava “adúlteras” - mas lançava os penitentes verbos de perdão. Por servir ao próximo, com modéstia, sem agressões e arrogâncias, Ele foi tido como insensato e rebelde violador da lei e inimigo da população, sendo escolhido por essa mesma turba para receber com a cruz o glorioso laurel de acúleos. Mas, o sacrifício Dele não deve ser apreciado tão somente pela dolorida demonstração do Calvário.

A coroa e a cruz representaram o desfecho da obra do Mestre, mas o sacrifício na sua exemplificação se constatou em todos os dias da sua passagem pela Terra. Anunciando as bem-aventuranças à população no monte, não a desvia para a brutalidade, a fim de assaltar o celeiro dos outros. Multiplica, Ele mesmo, o pão que a reconforta e alimenta. Não alicia o povo a reclamações. Recomenda acatamento aos patrimônios da direção política, na circunspecta expressão "a César o que é de César". Evidenciando as apreensões que o vestiam, diante da renovação do mundo íntimo, não se regozijou em assentar-se no trono dos gabinetes, em que os generais e os legisladores costumam ditar ordens.

Desceu, Ele próprio, ao seio do povo e entendeu-se pessoalmente com os velhos e os doentes, com as mulheres e as crianças. A Sua lição fulge como um Sol sem crepúsculo, conduzindo a Humanidade ao Porto da paz.

Para a maioria dos teólogos, Ele é objeto de estudo, nas letras do Velho e do Novo Testamento, imprimindo novo rumo às interpretações de fé.

Para os filósofos, Ele é o centro de polêmicas e cogitações infindáveis. Conquanto alguns (kardequiólogos) tentem bani-lo do movimento espírita, para nós, ESPÍRITAS, Jesus foi, é e será sempre a síntese da Ciência, da Filosofia e da Religião (tripé do edifício Espírita).

A Doutrina dos Espíritos vem colocar o Evangelho do Cristo na linguagem da razão, com explicações racionais, filosóficas e científicas. Sem abandonar o aspecto sensível da emoção que é colocado na sua expressão profunda, demonstra que o sentimento e a razão podem e devem caminhar pela mesma alameda, pois constituem as duas asas de libertação definitiva do homem.



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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Em Favor de Você Mesmo


Aprenda a ceder em favor de muitos, para que alguns intercedam em seu benefício nas situações desagradáveis.
*
Ajude sem exigência para que outros o auxiliem, sem reclamações.
*
Não encarcere o vizinho no seu modo de pensar; dê ao companheiro oportunidade de conceber a vida tão livremente quanto você.
*
Guarde cuidado no modo de exprimir-se; em várias ocasiões, as maneiras dizem mais que as palavras.
*
Refira-se a você o menos possível; colabore fraternalmente nas alegrias do próximo.
Evite a verbosidade avassalante; quem conversa sem intermitências, cansa ao que ouve.
*
Deixe ao irmão a autoria das boas idéias e não se preocupe se for esquecido, convicto de que as iniciativas elevadas não pertencem efetivamente a você, de vez que todo bem procede originariamente de Deus.
*
Interprete o adversário como portador de equilíbrio; se precisamos de amigos que nos estimulem, necessitamos igualmente de alguém que indique os nossos erros.
*
Discuta com serenidade; o opositor tem direitos iguais aos seus.
*
Se você considerar excessivamente as críticas do inferior, suporte sem mágoa as injunções do plano a que se precipitou.
*
Seja útil em qualquer lugar, mas não guarde a pretensão de agradar a todos; não intente o que o próprio Cristo ainda não conseguiu.
*
Defrontado pelo erro, corrija-o primeiramente em você, e, em seguida, nos outros, sem violência e sem ódio.
*
Se a perfídia cruzar seu caminho, recuse-lhe a honra da indignação examine-a, com um sorriso silencioso, estude-lhe o processo calmamente e, logo após, transforme-a em material digno da vida.
*
Ampare fraternalmente o invejoso; o despeito é indisfarçável homenagem ao mérito e, pagando semelhante tributo, o homem comum atormenta-se e sofre.
*
Habitue-se à serenidade e a fortaleza, nos círculos da luta humana; sem estas conquistas dificilmente sairá você do vaivém das reencarnações inferiores.

* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999.

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sábado, 15 de dezembro de 2012

PACIÊNCIA NÃO SE PERDE


 
É muito comum ouvirmos esta exclamação: perdi a paciência! Como sabem, porém, que perderam a paciência? Porque quando precisaram daquela virtude para se manterem calmos e serenos não a encontraram consigo e, por isso, exasperaram-se, praticaram desatinos e blasfêmias?

Só pelo fato de não encontrarem em seu patrimônio moral aquela virtude, alegam logo que a perderam. Como poderiam, porém, perder o que não possuíam?


Será melhor que os homens se convençam de que eles não tem paciência, que ainda não alcançaram essa preciosa qualidade que, no dizer do Mestre insigne, é a que nos assegura a posse de nós mesmos: Pela paciência possuireis as vossas almas. E não pode haver maior conquista que a conquista própria. Já alguém disse, com justeza, que o homem que se conquistou a si mesmo vale mais que aquele que conquistou um reino. Os reinos são usurpados mediante o esforço e o sangue alheio, enquanto que a posse de si mesmo só pode advir do esforço pessoal, da porfia enérgica e perseverante da individualidade própria, agindo sobre si mesma.

Todos esses, pois, que vivem constantemente alegando que perderam, a paciência, confessam involuntariamente que jamais a tiveram. Paciência não se perde como qualquer objeto de uso ou como uma soma de dinheiro. Os que ainda não lograram alcançá-la, revelam essa falha precisamente no momento em que exasperam, em que perdem a compostura e cometem despautérios. Quando, depois, o ânimo serena, o homem diz: perdi a paciência. Não perdeu coisa alguma; não tenho paciência é o que lhe compete reconhecer e confessar.

As virtudes, esta ou aquela, fazem parte de uma certa riqueza cujo valor imperecível Jesus encarece sobremaneira em seu Evangelho, sob estas sugestivas palavras: Granjeai aquela riqueza que o ladrão não rouba, a traça não rói, o tempo não consome e a morte não arrebata. Tais bens são, temporalidade, e não podem, portanto desaparecer em hipótese alguma. Constituem propriedade inalienável e legitimamente adquirida pelo Espírito, que jamais a perderá.

Não é fácil adquirirmos certas virtudes, entre as quais se acha a paciência. A aquisição da paciência depende da aquisição de outras virtudes que lhe são correlatas que se acham entrelaçadas com ela numa trama perfeita. A paciência – podemos dizer – é filha da humildade e irmã da fortaleza, do valor moral. O orgulho é o seu grande inimigo. A fraqueza do Espírito é outro obstáculo à conquista daquele precioso tesouro. Todos os movimentos intempestivos, todo ato violento, toda atitude colérica são oriundos da suscetibilidade do nosso amor próprio exagerado.

A seu turno, os desesperos, as aflições incontidas, os estados de alucinação, os impropérios e blasfêmias são consequências de fraqueza de ânimo ou de debilidade moral. A calma e a serenidade de ânimo, em todas as emergências e conjunturas difíceis da vida, só podem ser conservadas mediante a fortaleza e a humildade de Espírito. É essa condição inalterável de ânimo que se denomina paciência. É ela incontestavelmente atestado eloquente de alto padrão moral.

Naturalmente, em épocas de calmaria, quando tudo corre ao sabor dos nossos desejos, parece que possuímos aquele preciosíssimo bem. Os homens, quando dormem, são todos bons e inocentes. É exatamente nas horas aflitivas nos dias de amargura, quando suportamos o batismo de fogo, que verificamos, então, a inexistência de sublime virtude conosco.

No mundo, observou o Mestre, tereis tribulações, mas tende bom ânimo: eu venci o mundo. Como ele venceu, cumpre a nós outros, como discípulos, imitá-lo, vencendo também. Cristo é o sublime modelo, é o grande paradigma. Não basta conhecer seus ensinamentos, é preciso praticá-los. Daqui a necessidade de fortificarmos nosso Espírito, retemperando-o nos embates cotidianos como o ferreiro, que na forja, tempera o aço até que o torna maleável e resistente.

A existência humana é urdida de vicissitudes e de imprevistos. Tais são as condições que havemos de suportar como consequências do nosso passado. A cada dia a sua aflição – reza o Evangelho em sua empolgante sabedoria. Portanto cumpre nos tornemos fortes para vencermos. Fomos dotados dos predicados para isso. Tudo o que eu faço, asseverou o Mestre, vós também podeis fazer. Se nos é dado realizar os efeitos maravilhosos do Cristo de Deus, porque permanecemos neste estado de miserabilidade moral? Simplesmente porque temos desculpado a obra de nossa educação. A educação do espírito é o problema universal.

A obra da salvação é obra de educação, nunca será demais afirmar esta tese.

A religião que o momento atual da Humanidade reclama é aquela que apela para a educação sob todos os aspectos; educação física, educação intelectual, educação cívica, educação mental, educação moral.

A fé que há de salvar o mundo é aquela que resulta desta sentença; Sede perfeitos como o vosso Pai celestial é perfeito.

(Em Torno do Mestre, pg. 24-26)
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